Sou Mãe

365 perguntas para mães

Um ano de perguntas, uma por dia. Não é tarefa: são três ou quatro frases escritas do jeito que der — na fila da escola, depois que a casa silencia, no meio de uma segunda-feira qualquer.

O que se junta no fim não é um diário sobre os filhos. É a sua voz, guardada: de onde você veio, o que você escolheu, o que você teve medo de não dar conta. Um dia eles vão querer ler isso — e ninguém mais pode escrever.

Como funciona

O dia 1 é hoje, não 1º de janeiro. Quem começa em outubro não fica devendo dez meses de respostas. A pergunta de amanhã aparece amanhã, e as que ficaram para trás continuam esperando — sem contador de faltas, sem sequência para quebrar.

Cada resposta cabe em cerca de 900 caracteres. É de propósito: o limite protege quem escreve depois de um dia longo, quando três frases honestas valem mais que uma página. Para escrever solto, o diário da gravidez não tem esse teto.

Perguntas frequentes

Preciso responder todo dia?

Não. Os dias em aberto ficam guardados numa lista e você responde quando quiser — inclusive meses depois. Nada expira.

Posso começar de novo?

Pode. O botão de apagar, no fim desta página, limpa tudo e deixa você recomeçar do dia 1.

Serve para quem já tem filhos crescidos?

Serve, e talvez sirva mais. Boa parte das perguntas é sobre a memória — a casa da sua infância, o que você trouxe de lá, o que você decidiu fazer diferente.