5 dicas para o desenvolvimento do bebê

Hoje temos participação especial do pessoal da PAEDI, um grupo multidisciplinar especializado em desenvolvimento infantil, fundado em 2008. Procura compartilhar informações sobre a primeira infância, seja por meio de cursos, atendimento domiciliar de famílias e desenvolvendo projetos em escolas de educação infantil. Confira suas dicas!

Muito tem-se falado sobre estimulação de bebês. DVD’s são lançados anunciando estimular bebês a “falarem mais rápido” e ampliar sua inteligência, equipamentos são inventados para ajudar o bebê sentar e andar, brinquedos eletrônicos cada vez mais sofisticados, e até aplicativos de celulares para o bebê brincar!

Neste mundo do consumismo e imediatismo em que vivemos, achei interessante que o primeiro post para o Sou Mãe fosse sobre algumas dicas as quais acredito que realmente podem fazer a diferença no desenvolvimento do seu filho.

  • O Chão: lugar de bebê é no chão. Um tapetinho de EVA pode ser o melhor primeiro presente que você pode comprar para seu pequeno. No chão sobre uma superfície firme o bebê tem a oportunidade de mover-se em liberdade e ir conhecendo mais sobre seu corpo, seus movimentos e o mundo ao redor!
  • O tempo: não tenha pressa para que seu filho sente, ande… Quanto mais ele explora cada fase do desenvolvimento, mais seguro ele fica para conquistar a próxima. Equipamentos que prometem apressar ou auxiliar estas conquistas motoras não são necessários. Nada é mais eficaz para o aprendizado do que a criança aprender por si mesma. É uma conquista pessoal, com domínio de cada movimento do seu corpo.
  • O contato: abrace seu pequeno! Faça massagem, aproveite cada minuto da troca e do banho para olhar e conversar com ele. São nesses momentos que o vinculo se fortalece, transformando mamães e papais em cúmplices no crescimento do bebê.
  • A natureza: brincar ao ar livre é um dos melhores estímulos para o bebê. De zero a 2 anos o desenvolvimento da criança, segundo Piaget, é sensório motor. A criança precisa de estímulos sensoriais e de espaço para se movimentar. Nada é mais rico nesses quesitos do que estar ao ar livre: as diferentes cores das folhas e flores das árvores, o contraste entre o céu e a grama, a brisa, o perfume das flores, o barulho das folhas (dos carros, dos cachorros, das outras crianças…).
  • A interação: criança gosta de outras crianças. Por meio da observação e interação as crianças vão criando suas próprias logicas sobre como as coisas acontecem.

Boa diversão para vocês!

 

Nadja Azevedo

Fisioterapeuta/Psicomotricista

Equipe PAEDI

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