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Privação após nascimento de filho – realmente acontece?

nascimento do filho
Imagem: Assessoria Previdenciária

Mãe compartilha sua experiência como recém-mãe! Será que existe privação após o nascimento de um filho?

A gravidez já é uma experiência única, mas depois do nascimento da criança a mulher entra em contato com outro mundo de intensas transformações.

Aquela gestante cheia de planos e dúvidas agora precisa lidar com a maternidade como ela é. De maneira concreta, seu bebê chegou, é o novo membro da família e demanda todo o cuidado.

Em geral as gestantes se preparam muito para o momento do parto e pouco para os desafios após o nascimento do bebê.

Mesmo quando a gravidez é desejada, a mãe pode passar por conflitos internos sobre todas as suas novas responsabilidades. Foi o caso da empresária Alessandra Lima, que criou o kit extensor de calça para gestante e que inicialmente ficou assustada quando sua ficha caiu.

Alessandra ficou grávida aos 36 anos, fruto de um casamento de 9 anos, em um momento que considerava ideal para a gravidez. Mas, ainda assim, teve que superar alguns transtornos.

“Me dei conta de que um serzinho ia depender de mim para tudo, não só em relação às necessidades essenciais, mas também sobre sua educação, formação de caráter”. “Honestamente, tive receio de não dar conta. Mas, depois, isso passou”.

Alessandra Lima

No famoso período de pós-parto, que também é conhecido como puerpério, a mulher precisa de uma atenção especial. Do nascimento até os 40 dias do recém-nascido, a prolactina – hormônio que estimula a produção do leite –, causa uma leve e passageira depressão, chamada de baby blues.

Confira também: Baby Blues, como identificar

Baby blues é a tristeza materna. A mulher fica chorosa, introspectiva e com toda a sua atenção voltada para o filho. Muito fragilizada, a mãe pode passar a ter o medo ilusório de que qualquer mal possa acometer seu rebento.

“Eu vivi isso, e além de todos os receios do período, ainda tive muito medo dela ter algum problema de saúde. Pirava com tudo”.

Alessandra Lima

Sabia que toda essa sensibilidade tem um motivo? Aquele momento é único, uma fase de conexão inexplicável entre mãe e filho, então o nosso corpo faz a sua parte para garantir que a mãe dedicará todo aquele tempo para o seu neném. 

Mas, é importante lembrar que nesse momento em que a mamãe está entendendo as sutilezas da maternidade, ela se sinta compreendida e cuidada pela sua rede de apoio. A sua vida acaba de mudar (do dia para a noite) para sempre e essa mãe já está passando pela privação do sono, da liberdade, e o ideal é que ela não se sinta invadida ou julgada.

“A maternidade não é fácil, tudo mudou de ponta cabeça. A privação do sono foi o pior’.

Alessandra Lima

Alessandra (como várias outras mulheres) precisou ter paciência para passar por esse período de adaptação no puerpério.

“Ela dormia bem pouco e chorava muito, eu ficava cansada e nervosa, sem saber o que fazer. eu não saía de casa para nada, só para ir ao pediatra”.

Alessandra Lima

A rotina da mãe enquanto ainda amamenta o bebê costuma ser um árduo trabalho. Alessandra, por exemplo, amamentou Alice até os seis meses e meio (tem que mães que seguem amamentando por mais tempo ainda) então em todo esse período ela teve que se adaptar a alimentar a filha em livre demanda (em qualquer horário que a bebê quisesse mamar).

“Depois da mamada ainda tinha que ficar com ela no colo por meia hora, porque ela tinha refluxo. Daí trocava a fralda e quando via já estava na hora de mamar de novo. A exaustão impera, então sempre que tinha um tempo livre preferia descansar”.

Alessandra Lima

Esse período tortuoso de incertezas e mais transformações passa, para dar lugar às preocupações das novas fases que passamos, mas além de focar no agora para conseguir passar bem por todas as fases, é importante que a mulher conte com uma rede de apoio eficiente para ela.

Isso pode variar de um caso para o outro, mas em geral, seus médicos, a família e amigos podem fazer toda a diferença.

Confira também: Veja como o pai pode ajudar no pós-parto

“Minha obstetra e minha pediatra foram muito importantes na maternidade, muitas vezes quem está próximo está muito envolvido emocionalmente e pode não conseguir ajudar muito, independente da vontade”.

Alessandra Lima

Mas além das profissionais, Alessandra conta ainda quem foi fundamental para a sua transformação materna e nas fases em que teve que lidar com todas as privações.

“Minha mãe estava sempre pronta para dar uma força de todas as formas. Ficava com a Alice para que eu pudesse dormir, tomar banho, ir à farmácia. Foi fundamental tê-la ao meu lado, mãe é mãe sempre, até quando já é avó”.

Alessandra Lima

Filhos são uma responsabilidade para toda a vida, e assim como dizer o famoso ditado “ser mãe é padecer no paraíso”, teremos sempre que lidar com as dores e as delícias de escolher nos tornarmos parte tão importante da vida de outra pessoa.

Mas, será que existe um conselho que pode ser dado por uma mãe experiente para outra que está planejando a maternidade? Nós pedimos para a Alessandra, que já está nessa jornada há 8 anos, nos ajudar nessa difícil tarefa:

“Tenha filhos só quando você quiser e não só porque a sociedade nos impõe certos papéis. E não deposite suas expectativas na criança, ela não pode lidar com tudo isso”.  

Alessandra Lima

E você, como foi sua experiência após o nascimento do filho?

Natal – receitas fáceis para fazer com as crianças (criando memórias)

receitas fáceis de natal

A certeza que temos que um ano passou voando, é quando você vai no shopping, no supermercado ou nas lojas em geral e nota as decorações de Natal enfeitando tudo. Nesse momento você exclama para si mesmo, “Já é quase NATAL!!!!”.

Pois é, está chegando a época do ano das confraternizações, de reunir toda a família, de tirar férias, de decorar a casa, época de presentes, de celebrações, de amizade, que as demonstrações de amor estão no ar.

E as crianças mais do que ninguém aproveitam muito essa época, em parte pela sua inocência, elas curtem tudo, todo o movimento e envolvimento que se tem nas preparações para esse grande dia.

Envolver os filhos dá um toque mais leve em tudo, tanto para eles que se sentem parte e úteis de tudo que está acontecendo, e também para nós que lembramos que as coisas não precisam ficar perfeitas (nossa tendência de adultos) apenas precisam ser bons momentos para se viver, para guardar memórias boas de tempos que um dia irão passar.

Então nesse Natal vamos construir memórias juntos com os nossos filhos, pois os presentes, esses é certo que irão com o tempo ser esquecidos, jogados em um canto, substituído por outros, irão quebrar, irão amassar… é só fazer um teste: você se lembra dos presentes que ganhou de Natal quando era criança?

Provavelmente assim como eu você não se lembre de nenhum, mas com certeza você deve ter em sua memória, lembranças dos Natais com sua família e amigos, das brincadeiras, das comidas, das pessoas, das decorações, dos amigos secretos, daquele tio engraçado que mexia com todo mundo, daquela tia que cozinhava bem, das brincadeiras com os primos correndo pela casa, se você buscar na sua própria memória não irá se lembrar de presentes e sim de pessoas, de momentos.

Então não percamos tempo e dinheiro com tantos presentes caros que irão passar logo na próxima moda, vamos investir tempo com nossos filhos, criando memórias que se forem boas eles irão querer repetir com seus filhos e nada melhor do que criar memórias cozinhando.

Cozinha aproxima, cozinha cativa pelo olhar, pelo tato, pelo gosto, pelo cheiro, ela explora os sentidos e guarda na memória não só o olhar, mas o gosto, o cheiro daquele momento, então vou repartir com vocês algumas receitas fáceis de fazer com as crianças agora no Natal, que podem ser repetidas ao longo do ano, e podem virar grandes memórias em família.

Confira agora 3 receitas fáceis de Natal:

A clássica bolachinha de Natal:

receitas fáceis de natal
Imagem: elo7

Ingredientes:

  • 3 xícaras de chá de farinha de trigo ;
  • 1 xícara de chá de manteiga á temperatura ambiente;
  • 1 xícara de chá de açúcar;
  • 1 ovo;
  • 1 colher de chá de essência de baunilha;
  • 1 e 1/2 colher de chá de fermento.

Modo de preparo:

Bata o açúcar e a manteiga na batedeira até ficar um creme fofo e esbranquiçado, após acrescente o ovo e bata por mais um pouco. Junte a baunilha e misture na velocidade baixa da batedeira. Em um bowl separado peneire a farinha de trigo e adicione o fermento químico, após vá acrescentando a farinha com o fermento ao poucos na mistura da batedeira. Você vai misturar em torno de 2 xícaras de farinha, reserve 1 xícara para enfarinhar a massa.

Retire a massa da batedeira, e coloque sobre uma mesa enfarinhada e acrescente o restante de farinha que sobrou ( em torno de 1 xícara) até a massa desgrudar das mãos. Deixe a massa descansar por 20 minutos na geladeira, depois abra a massa com um rolo sobre uma superfície enfarinhada, e com o auxílio de cortadores corte os biscoitos no formato que desejar e coloque em uma assadeira com papel manteiga e leve para assar por uns 12 a 15 minutos em 180ºC, quando estiver dourado embaixo retire e deixe esfriar. Não esqueça de tomar cuidado com o forno, nessa parte do processo é importante que o adulto supervisione ou no caso de crianças pequenas que o adulto realize, para evitar qualquer acidente.

Essa receitinha super fácil e barata de fazer você pode dar de presente para os coleguinhas da aula do seu filho, para a família, comerem juntos no café, o legal é se divertir fazendo as bolachinhas.


Aproveite e confira:


Broas de Natal:

Imagem: SAPO Lifestyle

Ingredientes:

  • 250 gramas de açúcar;
  • 250 gramas de manteiga amolecida;
  • 400 gramas de farinha;
  • 5 gemas de ovo;
  • 1 colher de chá de canela em pó.

Modo de preparo:

Em um bowl, bata as gemas com o açúcar e misture juntamente com a manteiga. Vá adicionando a canela e a farinha aos poucos, mexendo sempre. Quando a massa estiver uniforme, você pode começar a montar as broas. Com uma travessa previamente untada com farinha e manteiga, leve as broas ao forno. As broas irão crescer, então ao colocá-las na travessa, deixe um espacinho entre cada uma. Pincele as broas com as gemas de ovo e leve ao forno. Retire quando estiverem douradinhas. Não esqueça de tomar cuidado com o forno, nessa parte do processo é importante que o adulto supervisione ou no caso de crianças pequenas que o adulto realize, para evitar qualquer acidente.

(receita extraída do blog boutique infantil)

Bolinhos de canela:

Imagem: Tudo Receitas

Ingredientes:

  • 125 gramas de manteiga em temperatura ambiente;
  • 300 gramas de farinha de trigo;
  • 100 gramas de açúcar;
  • 1 ovo;
  • canela.

Modo de preparo:

Em uma tigela misture o açúcar, a manteiga, a farinha de trigo e o ovo. Molde os bolinhos com o formato que preferir. Em um prato despeje a canela e role os bolinhos sobre a mesma até ficarem cobertos. Coloque os bolinhos em uma forma untada e polvilhada com farinha. Leve para assar em 180ºC até os bolinhos estarem dourados. Não esqueça de tomar cuidado com o forno, nessa parte do processo é importante que o adulto supervisione ou no caso de crianças pequenas que o adulto realize, para evitar qualquer acidente.

Gostou dessas receitas fáceis de Natal? Tem algumas receitas fáceis para indicar? Deixe aqui nos comentários!

Terror noturno e pesadelo: como ajudar a criança?

terror noturno
Imagem: Psico.Online Blog

O cuidado com os filhos é algo constante na vida dos pais e mesmo durante a noite essa preocupação não termina. Basta uma perturbação no sono da criança para que eles fiquem atentos. Gritos desesperados e choros inconsoláveis durante o repouso são alguns sintomas do terror noturno, e podem assustar os pais ou responsáveis.

A parassonia (transtornos comportamentais que ocorrem durante o sono) é muito frequente em crianças, principalmente entre os dois e cinco anos de idade, e algumas vezes confundidos com pesadelos.

De acordo com a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi , o terror noturno acontece na primeira metade da noite, antes do sono REM, estágio em que as crianças sonham.

“É importante diferenciar os distúrbios. Durante as crises, os pequenos podem gritar, chorar, conversar, se debater, abrir os olhos e até sentar na cama, tudo isso sem despertar, e não terão consciência do acontecido no dia seguinte. Já o pesadelo acontece nas horas finais do sono e as crianças conseguem acordar e se lembrar do que estavam sonhando”.

Renata Federighi

Em geral, o problema assusta mais os pais do que os próprios pequenos, e, normalmente, os episódios desaparecem conforme a criança cresce.


Aproveite e confira:


“As causas ainda não são conhecidas, mas podem estar relacionadas à um estímulo grande do sistema nervoso central durante o sono, que aconteceria porque as suas células ainda não estão maduras, por isso as crises tendem a desaparecer por completo conforme o desenvolvimento dos pequenos”.

Renata Federighi

Algumas outras situações podem desencadear a crise, como privação do sono, cansaço extremo, febre, presença de luzes e barulhos, distúrbios respiratórios (como a apneia obstrutiva do sono), entre outras coisas.

Quando se trata de terror noturno, os pais ainda podem tomar alguns cuidados com os filhos.

“Não é necessário acordar a criança durante o episódio para evitar que ela se assuste ou fique muito confusa com o que está acontecendo. Deixe o ambiente seguro, com as janelas fechadas ou protegidas por redes, sem fios que possam enroscar ou objetos que quebrem por perto, caso apresente sintomas como se debater e levantar”.

Renata Federighi

Outros dois distúrbios, que estão na mesma classificação do terror noturno e demandam os mesmos cuidados são o sonambulismo e o despertar confusional. Todos acontecem na fase inicial do sono.

Diferente do terror noturno, no caso dos pesadelos é uma excelente opção conversar com a criança sobre o ocorrido, já que ela se lembra do que aconteceu durante a noite.

“Esse é o momento para os pais se solidarizarem com os filhos, confortar e explicar que o sonho está só na cabeça dele”.

Renata Federighi

Outros cuidados como evitar que a criança fique muito estressada ou cansada demais, estabelecer uma rotina regular para o sono, com horários regrados para dormir e acordar, adotar ambientes escuros e silenciosos, usar travesseiros adequados ao seu biótipo e postura, além de acordar durante a noite para se certificar que o pequeno está descansando bem, também podem contribuir para o sono das crianças e evitar o terror noturno. Se esses episódios forem recorrentes e não sumirem com o tempo, é importante que os pais procurem orientação médica.

Várias ideias de atividades de coordenação motora fina

coordenação motora fina
Imagem: Tempojunto

A criança tem um tempo certo para alcançar seus desenvolvimentos e a partir deles interagir e entender o mundo ao seu redor. É muito importante respeitar cada etapa do seu desenvolvimento sem apressá-la, pressioná-la ou até mesmo compará-la com outras crianças, cada criança avança no seu tempo e no seu próprio ritmo.

Mês a mês o bebê vai aprendendo a compreender melhor o mundo ao seu redor e a interagir com ele, vai adquirindo habilidades como sentar sozinho, engatinhar, andar, rolar, pular, correr, etc. cada uma delas é fundamental para o processo completo do desenvolvimento da criança, por isso é tão importante não pular etapas, não acelerar demais, mas deixar que as coisas fluam naturalmente, pode haver alguns estímulos de nossa parte, mas sempre respeitando o tempo de cada criança.

A coordenação motora é uma das etapas de desenvolvimento que são essenciais que a criança obtenha, ela se refere a capacidade do cérebro de equilibrar os movimentos do corpo, mais em específico, os músculos e articulações. Existem três tipos de coordenação motora: a grossa, a específica e a fina.

Coordenação motora grossa

É quando utilizamos os grupos de músculos maiores, como braços, pernas, para adquirir o desenvolvimento de habilidades como correr, pular, subir escadas, etc.

Coordenação motora específica

Ela permite o controle de movimentos específicos, para realizar um tipo de atividade, como jogar futebol, jogar tênis, jogar basquete, ginástica rítmica, etc.

Coordenação motora fina

É a capacidade de usar de forma precisa e mais eficiente os pequenos músculos que estão no nosso corpo, como as mãos e os dedos, para que assim eles possam produzir movimentos mais delicados e específicos. A coordenação motora fina é usada para escrever, recortar, pintar, costurar, digitar, rasgar, amassar, etc.

A importância da coordenação motora fina para a escrita

A escrita é um processo que envolve muitas etapas, algumas delas são habilidades psicomotoras que requerem maturidade e treinamento muscular preparando os dedos e braços para a escrita.

Então, muito mais amplo do que possa parecer para que a criança consiga ter uma escrita legível é preciso alcançar todos as etapas necessárias para essa aquisição. Ou seja, toda a conquista do movimento corporal como o equilíbrio estático e dinâmico, movimentos amplos, alongamentos e o também o movimento de pinça, que nada mais é do que a coordenação motora fina.


Aproveite e confira:


Para o processa da escrita ocorrer de forma proveitosa, é muito importante observar dois aspectos, anteriores a motricidade fina:

  • Nunca comece a trabalhar a coordenação motora com as mãos pois primeiro vem a consciência corporal da criança, portanto é muito bom que se trabalhe o esquema corporal para que o pequeno conheça a força de seu corpo. Expressar o próprio corpo influencia a escrita.
  • Há dois mecanismos muito importantes na escrita, a pressão e a preensão, que são responsáveis pela firmeza na hora da escrita, por isso é preciso trabalhar o tônus muscular da criança.

Atividades para estimulação da coordenação motora fina:

ideias de atividades para coordenação motora fina
Imagem: beesytoeasy.com
  • Separar grãos com a mão, com uma pinça, com um pegador;
  • Rasgar papéis e fazer bolinhas;
  • Fazer transferência de materiais, como água de um copo para outro, grãos de um pote para outro, utilizando uma colher, ou um pegador, ou um funil, etc.
  • Brincar de massinha de modelar, fazer bichinhos, personagens, bolinhas de massinha, “cobrinhas” de massinha, ou seja, manusear com habilidade as massinhas de modelar;
  • Treinar arremesso de bolinhas, sejam de plástico, borracha ou papel;
  • Pintar, em um primeiro livremente, sem pressões, deixando a criatividade a solta; depois evoluindo para desenhar traços geométricos como quadrados, círculos e demais formas geométricas, pois assim ela poderá desenhar os símbolos do nosso alfabeto (os traços circulares e inclinados);
  • Pintar dentro dos limites dos desenhos;
  • Ligar pontos;
  • Abotoar botões;
  • Montar quebra-cabeças;
  • Colocar porcas em parafusos;
  • Colocar botões em copinhos coloridos, de forma correspondente cor do botão, cor do copinho;
  • Regar as plantas com um borrifador de água, treinando o tônus muscular;
  • Colocar elásticos em uma latinha;
  • Faça uma bola de massinha de modelar, espete alguns espetinhos de madeira e peça a criança para colocar macarrões penne em cada espetinho;
  • Colocando palitos em uma lata, no primeiro momento pode ser apenas um único furo e a criança precisa colocar os palitos por esse furo, depois você pode evoluir a brincadeira, fazendo vários furos demarcados com cores e pedir que a criança coloque cada palito de uma cor diferente no furo corresponde a sua cor;
  • Abrir e fechar zíper;
  • Colar adesivos de bolinhas em linhas desenhadas em papéis, pode ser uma linha reta, uma linha em zigue-zague, etc.;
  • Colocando pompons dentro de uma garrafa plástica;
  • Colar “limpadores de cachimbo” em um escorredor de arroz, um limpador de cachimbo em cada furinho;
  • Colocar miçangas em limpador de cachimbo, ou em cordões;
  • Pintar com esponjas;
  • Ajudar a prender roupas no varal, para utilizar o movimento de pinça com o prendedor;
  • Entrelaçar fitas;
  • Brincar com fitas autocolantes;

Quarentena no pós-parto – Será que precisa mesmo?

quarentena no pós parto
Imagem: Bebê Abril

Mito ou verdade?! E aí a quarentena é realmente necessária? Tem muita gente que ainda acha que a quarentena é uma crendice popular, um mito das mulheres puérperas, mas saiba que isso não é verdade! A quarentena é real, necessária e verdadeira!

É um momento que a nova mamãe se dedica em tempo integral para o bebê recém-nascido e claro para sua própria recuperação, seja de um parto normal ou uma cesárea o fato é que toda puérpera precisa de um tempo para se habituar a essa nova jornada e realidade de ser mãe, mesmo as que já são mães pela segunda, terceira vez, todas precisam de um tempo para colocar as coisas no lugar, seja dentro de si com suas emoções, seu corpo, sua mente, e também entrar na nova rotina sem precisar despender atenções extras.

Quarentena é um prazo de quarenta dias exigidos para o descanso da mulher no pós-parto para retomar às suas atividades normais.

Vejamos algumas pontos que devem ser observados durante a quarentena no pós-parto:

Relações Sexuais

Quanto as relações sexuais, é indicado que a mulher não tenha relações sexuais no período da quarentena no pós-parto, para a recuperação do físico da mulher, independente do tipo de parto, mesmo que tenha sido parto normal com ou sem laceração, se teve laceração mais cuidado ainda, precisa haver uma avaliação médica para a liberação. Quando houver a liberação para retomar a vida sexual, é importante usar lubrificantes a base de água nas primeiras relações pois a região provavelmente estará com baixa lubrificação e a libido também não estará em alta, devido ao hormônio estrogênio estar em baixa no organismo e a prolactina responsável pela amamentação estar em alta.

Por isso muita calma e paciência para as primeiras relações sexuais. Algumas preocupações sobre a possibilidade de engravidar nesse período são reais, pois apesar de baixa, existe essa possibilidade. Por isso, o indicado nesta fase é a utilização de um método contraceptivo eficaz de uso permitido durante a lactação.

Útero

O útero estará retomando seu estado original, que pode durar até 10 dias após o parto, e portanto é muito comum sentir contrações nesse período, sinal de que ele está retomando seu tamanho inicial, as contrações são sentidas principalmente na hora da amamentação, pois quando o bebê realiza o movimento de sucção ele estimula a produção de ocitocina no corpo da mulher, que é um hormônio responsável pelas contrações. Também após o parto ocorre um sangramento semelhante a menstruação, nos primeiros dias mais intensos, nos demais tende a reduzir o fluxo, esse sangramento serve para eliminar resíduos de revestimentos do útero. Evite utilizar absorventes internos para o fluxo nesse período.


Aproveite e confira:


Alimentação

Procure ter uma boa alimentação, ingerindo alimentos ricos em fibras, vitaminas, carboidratos (isso mesmo, eles devem ser ingeridos nesse período sem culpa, mas com moderação, ok?!) para ajudar a recuperar a energia utilizada no parto, e auxiliar na prisão de ventre que acomete a maioria das mulheres no pós-parto.

Evite alimentos pesados e gordurosos, cafeína em excesso presente em cafés, chocolates, chás pretos, refrigerantes, etc. Lembre-se que tudo o que a gestante consumir irá diretamente para o leite, que será ingerido pelo bebê, por isso muito cuidado com a alimentação nesse período, o efeito rebote de um excesso é uma noite mal dormida com o bebê chorando de cólicas. Então o melhor é procurar ajuda de um profissional de nutrição que possa lhe passar um cardápio adequado para suas necessidades, que contemple as necessidades do bebê também.

Hidratação

É muito comum as mulheres sentirem muita vontade de beber água no período da amamentação, e é também extremamente necessária a reposição de água, pois a maior parte da composição do leite materno é formado de água, cerca de 87%. As mamas fabricam cerca de 750 ml de leite por dia, por isso a necessidade de reposição de um grande volume de líquidos.

É recomendado beber em torno 4 litros de água por dia, além de outros líquidos como sucos e chás. Evite o consumo de refrigerantes, café, chá preto, ou outros líquidos que contenham cafeína, eles são contraindicados no período de amamentação. A dica é deixar uma garrafinha de água sempre a disposição quando for amamentar, assim você não corre o risco de esquecer de se reidratar.

Exercícios Físicos

Calma tudo irá voltar para o lugar no devido tempo e com as medidas necessários, mas a quarentena NÃO é o tempo para isso. Nada de fazer dietas ou iniciar exercícios para queima de gorduras, ou fazer séries de abdominais para a barriga voltar ao normal.

A quarentena no pós-parto é um período de resguardo aonde a atenção é voltada para o bem-estar do bebê e da mamãe, então após a liberação médica para a retomada das atividades físicas, inicie com atividades de baixo impacto, como caminhadas leves, natação, hidroginástica etc. e com o passar do tempo pode ir aumentando o ritmo, mas não exija demais de si mesma, aos poucos as coisas irão se ajeitando.

Os itens mais úteis na lista do chá de bebê (e os não úteis!)

lista de chá de bebê
Imagem: MommaBe

Parece fácil mas não é, montar uma lista de presentes para chá de bebê, principalmente para as mães de primeira viagem, que ainda não sabem o que irão precisar ou não, afinal são muitoooooos itens e como saber quais deles de fato serão úteis ou não, lembrando que o conceito de utilidade varia de família para família, pois o que é útil para você, pode não ser útil para outras pessoas.

Por isso a melhor opção é se concentrar nos itens que realmente são coringas, ou seja, você irá precisar de fato, pois todos os bebês precisam, e os demais itens mais pessoais e criteriosos você pode incluir em uma lista a parte e deixar a opção de seus convidados.

Quais são os itens mais úteis na lista do chá de bebê?

Disparado em primeiro lugar, FRALDAS!!!! Você nunca irá errar em pedir fraldas, pois com certeza é do que você mais irá precisar. Escolha duas marcas de sua preferência, sempre dando a opção de uma das marcas ser mais em conta financeiramente, para não constranger seus convidados com algum item caro do qual eles não possam presentear.

Sobre os tamanhos, não vale a pena pedir RN e P pois o tamanho RN tem bebês que nem usam, pois já não nascem mais grandinhos, e os que usam geralmente utilizam por 1 mês no máximo, é um curto espaço de tempo para pedir fraldas desse tamanho no chá.

Já as P se usam por um pouco mais de tempo, geralmente uns 3 meses ou mais dependendo do crescimento e ganho de peso do bebê, mas geralmente não vai muito além disso. Já as fraldas M e G você usa por muito mais tempo, sendo as melhores opções de tamanho para pedir de presente.


Aproveite e confira:


Segue abaixo uma ilustração que mostra o cálculo de gastos de fraldas por tamanho:

lista de chá de bebê

Lenços Umedecidos

Segundo item mais útil a ser pedido, pois juntamente com as fraldas, será um dos itens de higiene mais gastos enquanto o bebê usar fraldas. Claro que há exceções, pois no primeiro mês geralmente se usam os algodões com água morna para limpar a pele mais sensível do recém-nascido mas com o passar das semanas o normal é migrar para a utilização dos lenços umedecidos por um longo período de tempo.

Itens de higiene

São itens que da mesma forma que os de cima, serão usados por um longo período de tempo pelo bebê. É só pensar que em cada troca de fralda ou cada banho, esses itens serão usados, então vale a pena pedir na sua lista de chá de bebê.

Veja alguns itens de higiene que você pode incluir em sua lista:

Shampoo/condicionador/sabonete líquido:

O mais adequado é o bebê usar um sabonete líquido (que resseca menos a pele que os sabonetes em barra e também é mais prático para a hora do banho) na opção cabelo e corpo. Existem várias opções de sabonetes cabelo e corpo específicos para recém-nascidos pois agridem menos a pele sensível do bebê. Shampoo e condicionador podem esperar para quando o bebê tiver um ano em diante, ou quando o pediatra liberar (isso pode demorar um pouquinho).

Talco:

NEM PENSAR, seu uso não é recomendado pelos pediatras, pois ele é composto por partículas muito pequenas, que podem ser inaladas e aspiradas pelo bebê, ficando presas em suas vias respiratórias causando asfixia. Então NÃO inclua esse item se você não quer correr riscos desnecessários.

Pomadas para assaduras:

É sempre bom ter algumas a disposição, mas não é um item que você possa incluir em chá de bebê, pois existem muitas opções no mercado e muitas delas ao invés de ajudar podem agredir a pele do bebê, isso é realmente muito pessoal e só o dia a dia irá lhe dizer qual é a mais adequada para seu bebê. Por isso é ruim ter um estoque delas antes do bebê nascer, pois pode ser que você não use nenhuma das que você tem. Cuidado com os excessos!

Perfumes:

Bebês já tem seu cheirinho natural, que é inebriante por sinal, eles não precisam de perfumes pois o cheiro pode irritar o bebê e causar alergias em sua pele sensível. Então deixe para mais tarde, não é um item útil.

Oléos:

Nos primeiros meses é muito comum o bebê ter dores por causa das cólicas, ou ter dificuldade para dormir em alguns períodos do dia, nessa hora uma massagem relaxante ajuda muito para o bebê relaxar e aliviar sua tensão, descansar melhor.

Então óleos são bem-vindos mas coloque em sua lista os que sejam próprios para recém-nascidos, pois possuem componentes que não irritam ou agridem o bebê. A dica quente é que na maternidade todas as mães ganham um óleo que o hospital dá para a mamãe usar nos seios para evitar rachaduras, e esse óleo por sinal o bebê pode ingerir que não lhe causa mal, então com esse óleo você pode usar na pele do bebê para fazer as massagens relaxantes.

Conheça os 5 mitos da gravidez (saiba o que você pode ou não fazer!)

mitos da gravidez
Imagem: Time

Toda futura mamãe faz milhares de pesquisas sobre o que fazer e o que não fazer durante a gravidez, além de dar ouvidos a  muitos conselhos de familiares, amigos e conhecidos que sim, são bem-intencionados. Mas, com tanta informação, como saber o que é fato e o que é ficção?

O Dr. Alberto Guimarães listou os cinco mitos comuns e o que é real na gravidez:

1- Comer por dois:

mitos da gravidez
É muito importante cuidar da alimentação durante a gravidez. Imagem: Blog Grão de Gente

Espere! Antes de se servir de mais porção de torta lembre-se de que você está comendo para as suas necessidades e as do bebê e não por dois adultos. Então moderação!

Embora não haja regras rígidas sobre quanto peso você pode ganhar durante a gravidez, o ideal é ganhar de 11 até 15kgs. Se ganhar muito peso na gestação, o risco de desenvolver pressão alta durante a gestação aumenta. Cuidado com essa crendice popular “do comer por dois” que não traz benefícios nenhum para você nem para seu bebê.

2- Não pode comer peixe

mitos da gravidez
Que tipo de peixes pode comer na gestação? Imagem: YouTube

O peixe pode ser uma fonte incrível de ômega-3 que ajuda no desenvolvimento saudável do cérebro do seu bebê. Para obter o máximo benefício dos ácidos graxos ômega-3, as mulheres devem comer pelo menos duas porções de peixe por semana e durante a gravidez ou amamentação.

Você pode comer salmão, pescada e filé de tilápia mas deve evitar peixes com alto teor de mercúrio como o atum, tubarão, peixe-espada, agulha, cavala e robalo chinês. E tudo sempre bem assado ou cozido, nunca cru.


Aproveite e confira:


3- Não pode colorir seu cabelo na gravidez:

mitos da gravidez
Está preocupada com os cabelos brancos? Pode ou não pode pintar os cabelos na gravidez? Imagem: Toda Atual

Esta afirmação não é exatamente um mito, já que a maioria dos produtos para colorir os cabelos tem amônia e acetato de chumbo na sua composição, que são substâncias que podem causar danos aos bebês.

Contudo, algumas colorações temporárias não são altamente tóxicas e podem ser usadas durante a gravidez, mas sendo sempre aplicadas longe da raiz.

Se a mamãe não conseguir ficar sem mexer no cabelo durante o período da gestação, prefira o estilo Ombré Hair que ilumina o seu cabelo sem chegar perto do couro cabeludo, mas somente a partir do segundo trimestre da gravidez.

E antes de fazer qualquer coisa no seu cabelo, fale com o seu obstetra.

4- Não pode viajar de avião durante a gestação:

Grávida pode viajar de avião?
Planejando as férias na gravidez. Imagem: Claudia – Abril.com

As viagens aéreas são consideradas seguras para mulheres que têm uma gravidez saudável, mas é sempre recomendável que você converse com seu médico antes de viajar.

Você pode ficar impedida de voar se tiver uma gravidez de alto risco ou se houver uma chance de parto prematuro.

Entre a 14ª e a 28ª semanas é o período mais indicado para viagens longas. Após esse período, consulte sempre seu médico antes de reservar um voo.

5- Evitar o sexo durante a gravidez:

pode fazer sexo durante a gestação?
É seguro fazer sexo durante a gravidez? Imagem: Site Médico

Ter relações com seu parceiro é seguro para você e para o bebê. O líquido amniótico no útero ajuda a proteger seu bebê durante as relações.

Há momentos, porém, em que você precisa se abster de fazer sexo, como no caso de gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos ou mais); um aborto anterior ou se você corre o risco de ter um agora; ou se você já teve um bebê prematuro antes ou corre o risco de ter um parto prematuro agora.

Em condições de gestação saudável, as relações do casal podem continuar normalmente.

Gostaram de saber sobre esses 5 mitos da gravidez?

6 dicas para você ir se preparando para o parto!

Se preparando para o parto
Imagem: CordVida

O parto é o ápice da gestação, o momento esperado, tudo diz respeito a ele e envolve esse momento. A verdade é que não temos como ter controle sobre esse momento, pois é uma experiência única vivida por cada gestante individualmente.

Se você for ler relatos de parto ou conversar com suas amigas e familiares sobre os seus respectivos partos irá descobrir que nenhum foi igual ao outro, absolutamente nenhum.

Ou seja, é muita emoção que envolve esse momento imprevisível da nossa vida, mas apesar de não termos o total controle sobre esse momento, podemos fazer a nossa parte para torná-lo o mais fácil possível de se passar, buscando informações, trocando experiências com outras pessoas, de forma que vamos nos preparando a cada dia para o parto, de uma forma natural e leve, a cada dia aprendemos um pouco mais do que esperar desse dia, pois quanto mais entendemos como as coisas funcionam, o que pode e o que não pode acontecer, como são os procedimentos realizados, etc.. ficamos mais seguras para tomarmos as decisões certas quanto a esse dia.

Segue abaixo algumas ideias para você ir se preparando para o parto:

1. Informe-se:

Informação é tudo, mas cuidado com as fontes de sua informação, busque informação com seu médico, com sua rede apoio (você vai precisar dela para o pós parto, acredite!), leia muitos livros, faça cursos – inúmeros hospitais, planos de saúde, postos de saúde, fornecem palestras e cursos aonde abordam assuntos como a preparação para o parto e para a chegada do bebê, com dicas, e conselhos médicos de grande valia.

2. Durma bem (na medida que puder é claro):

Há gestantes que dormem bem desde o início até o fim da gestação (PRIVILÉGIO) de poucas, porque a grande maioria das mulheres a partir do terceiro trimestre já despenca na qualidade de sono, e faz parte! Mas no que depender de você, durma!

Desligue os celulares, deixe a televisão para outro momento, e relaxe, descanse, tome um banho devagar e relaxante, se desconecte do resto e descanse.

Dormir faz super bem para você e para o bebê. Faça refeições leves antes da hora de dormir, para que você não sofra com o efeito rebote da alimentação que te impeça de ter uma noite boa de sono. Não abra mão das sonecas durante o dia, se você puder tirá-las! Ajudam muito a renovar o ânimo e o vigor.


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3. Faça exercícios:

Regularmente! O ideal é fazer antes da gestação e depois só manter o ritmo, mas se essa não foi sua realidade então, após a liberação do seu médico, comece a fazer caminhadas leves, pilates, hidroginástica, etc, são modalidades esportivas que ajudam no funcionamento do organismo, aliviam dores e tensões, desopilam a cabeça e diminuem o stress, além de fazer um bem danado para você e o bebê.

4. Alimente-se bem:

Alimentação é vida, uma boa alimentação é igual a uma boa qualidade de vida, uma má alimentação corresponde também a uma má qualidade de vida. Então não subestime o que uma boa alimentação é capaz de fazer por você e pelo seu bebê. Se possível procure um nutricionista pois ele poderá fornecer uma dieta adequada atendendo suas necessidades especificamente, não aquelas dietas prontas e globais, que não levam em conta as suas particularidades, como gostos, custos, rotinas, etc.

5. Conheça os sinais do pós-parto:

Você já conhece os sinais que seu corpo irá dar quando você iniciar o trabalho de parto? É bem importante se informar, para poder estar ligada quando a hora certa chegar, ou não, é importante também saber diferenciar um alarme falso de um trabalho de parto real. Isso trará mais segurança e confiança para você, pois lhe ajudará a entender seu corpo, saber o que é normal e o que não é, o quanto você pode ficar em casa e a hora certa de procurar um hospital.

6. Exercícios de Kegel para fortalecer o assoalho pélvico:

O assoalho pélvico fica extremamente sobrecarregado com a gestação pois ele precisa sustentar além dos órgãos dessa região o útero com o bebê, placenta, liquido amniótico, etc… por isso é tão importante fortalecer os músculos dessa região, pois uma musculatura forte dará maior apoio ao útero e diminui a pressão sobre a bexiga, além de reduzir as dores lombares e ajudam na recuperação pós-parto.

Sendo assim, o que são os exercícios de Kegel?

“São pequenas contrações internas dos músculos que compõem o assoalho pélvico e dão suporte à uretra, à bexiga, ao útero e ao reto. O fortalecimento desses músculos melhora a circulação em volta do reto e da vagina e ajuda a prevenir hemorroida. Além disso, esses exercícios facilitam a cicatrização se você tiver de levar pontos no períneo (espaço entre o ânus e a vagina) durante o parto. Há também evidências de que um assoalho pélvico mais forte encurta a fase de “fazer força” para o bebê nascer, o chamado período de expulsão.

Você poder fazer os exercícios de Kegel em qualquer lugar, sentada na frente do computador, assistindo televisão ou até na fila do supermercado. Veja como se faz: contraia os músculos em volta da vagina como se você estivesse tentando interromper o fluxo do xixi. Segure e conte até quatro, depois relaxe. Repita dez vezes. Tente duas séries, pelo menos duas vezes por dia (de manhã e à noite, por exemplo). Mas pode fazer mais se quiser.” (extraído do site bebê.com.br)

Contrações de Treinamento x Contrações do trabalho de parto:

contrações de treinamento
Imagem: Gravidez Online

Quando nos tornamos gestantes, parece que mergulhamos em um novo mundo, um mundo de infinitas informações e opiniões, idéias e sugestões, surgem muitas dúvidas, e podemos nos sentir perdidas, principalmente quando o nosso corpo dá algum sinal que não identificamos bem. Um desses “sinais” do nosso corpo são as chamadas contrações de treinamento, as gestantes de primeira viagem, muitas vezes demoram para identificar o que estão sentindo, e podem acabar achando que estão em trabalho de parto, por isso vamos conversar um pouco sobre isso…

Você sabia que existem contrações que não são as contrações da hora do parto? Sim isso mesmo, são as chamadas contrações de Braxton-Hicks (tem esse nome em homenagem ao médico inglês John Braxton Hicks, que as relatou pela primeira vez em 1872) ou mais conhecidas como contrações de treinamento. Elas surgem geralmente a partir das 16 semanas de gestação, embora tenham mulheres que sintam só mais para o fim da gestação e outras que nunca sentiram, isso varia de acordo com cada organismo.

Durante as contrações de treinamento a barriga toda ou parte dela fica dura, elas duram cerca de 60 segundos, não apresentam ritmo e na maioria das vezes elas são indolores, mas podem causar um leve desconforto na região pélvica. Podendo ocorrer de 3 a 4 vezes por dia.

Elas são como o mesmo nome já as descreve um “treinamento” do corpo para o trabalho de parto. Alguns especialistas acreditam que elas colaboram para o processo de “apagamento” do colo do útero (que vai ficando mais fino) e para a dilatação.

Você começa a sentir contrações e não consegue diferenciar se são as contrações do trabalho de parto ou de treinamento, então vamos ver as principais diferenças entre elas:

Contrações de treinamento:

  • Acontecem só algumas vezes por dia, e não mais que cinco vezes por hora;
  • Elas param quando você muda de atividade. Se você passou muito tempo sentada, levante-se e caminhe. Se ficou muito tempo de pé, sente-se ou deite-se;
  • São irregulares, não pegam ritmo, ou se pegam é por um período curto de tempo, na dúvida você pode marcar o tempo das contrações;
  • Não são muito compridas, ocorrem de 30 segundos a 2 minutos;
  • Não aumentam de intensidade, elas são fracas e vão diminuindo e se começam mais fortes, vão diminuindo com o tempo;
  • O desconforto das contrações é na parte da frente do abdômen;
  • Podem ser desencadeadas pelos movimentos do bebê ou pela posição dele.

Contrações do trabalho de parto:

  • Elas são mais compridas: a barriga fica dura por mais tempo, por cerca de 1 minuto;
  • Mais regulares, podem começar irregulares mas tendem a regular com o passar do tempo;
  • São mais doloridas, podem começar com uma dor fraca mas vai aumentando de intensidade;
  • São constantes, elas não param de vir, cada uma que vem é mais forte que a outra, e o intervalo entre elas vai ficando cada vez menor;
  • Não são causadas pela posição, portanto não melhoram se você mudar de posição ou de atividade;
  • A dor pode começar no abdômen, mas vai irradiando para as costas;
  • Não dependem da posição ou da movimentação do bebê

Em relação as contrações o ritmo é o mais importante, portanto quando as contrações começarem de forma mais frequente comece a marcar o tempo entre elas, isso ajuda a constatar se são contrações de treinamento ou de trabalho de parto. Se elas começarem a vir de 10 em 10 minutos, é sinal de que você pode estar em trabalho de parto, portanto informe seu médico imediatamente.


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Como posso aliviar os sintomas das contrações de treinamento?

Comece observando se as contrações surgem após alguma atividade específica que você realiza, como por exemplo se você faz atividades físicas, note se após o treino você começa a ter as contrações, ou se elas surgem após algum esforço físico como carregar compras, ou pegar crianças no colo, subir escadas, etc. fique atenta e procure diminuir o ritmo, pegar mais leve na sua rotina.

Quando as contrações de treinamento começarem tente:

  • Mudar de posição ou de atividade, ou seja, se estava de pé, deite-se um pouco. Se ficou muito tempo sentada, levante-se e dê uma caminhada, se está deitada de um lado, tente se virar para o outro;
  • Tome um copo d’água;
  • Tome um banho morno e tente descansar um pouco;
  • Vá ao banheiro fazer xixi, algumas grávidas relatam que sentem contrações quando estão com a bexiga cheia.

Quando devo me preocupar com as contrações?

Você deve se preocupar com as contrações de treinamento se :

Estiver com menos de 37 semanas:

  • Quando as contrações vierem acompanhadas de secreção vaginal parecida com água ou sangue podem indicar um rompimento da bolsa ou problemas com a placenta;
  • Quando as contrações começarem a vir de 10 em 10 minutos, ou seis em uma hora, isso pode sinalizar um trabalho de parto prematuro.

Estiver com mais de 37 semanas :

Caso as contrações durarem cerca de 60 segundos e tiverem um intervalo regular de 10 em 10 minutos, informe seu médico.

Linha nigra na barriga durante a gravidez (precisa se preocupar?)

linha nigra na gravidez
Imagem: Blog Grão de Gente

Gestação é igual a uma bomba de hormônios, e pense esses hormônios à mil circulando pelo seu organismo só podem acabar acarretando muitas alterações hormonais não?! Alguns desses efeitos a gestante sente diretamente no seu corpo ao longo da gravidez, eles podem até trazer algum benefício (como o crescimento dos cabelos, unhas mais fortes, etc) outras alterações já não são tão ovacionadas assim. Por isso é importante ficar atenta a cada sintoma, a cada alteração corporal para que o médico que está realizando o seu pré-natal possa fazer o acompanhamento adequado.

Por conta das alterações hormonais muitas gestantes relatam o surgimento de manchas durante a gestação como o cloasma no rosto, estrias e a linha nigra, são manchas muito comuns na gestação tanto que cerca de 70% a 90% das gestantes apresentam uma ou mais delas.

Mas hoje vamos falar um pouco mais sobre uma dessas manchas em específico, aquela linha escura que surge na barriga da gestante, dividindo sua barriga em duas partes, conhecida como linha nigra ou linha púrpura que é de surgimento exclusivo da gestação.

Algumas mulheres ficam preocupadas com o surgimento dela, se perguntam se o seu aparecimento pode estar ligado a alguma doença ou complicação da gravidez, se ela vai permanecer após a gestação, dúvidas a mil…

Então, na verdade a linha nigra sempre esteve presente ali na sua barriga, mas ela só não era tão perceptível para você, mas ela vai se tornando visível ao longo da gestação. Ela aparece geralmente entre a 14º e 16º de gestação, mas pode aparecer mais tarde também. No início ela é bem suave parecendo uma sombra, que vai escurecendo aos poucos até ficar a típica linha divisória na barriga da grávida. Em algumas gestantes a linha é mais suave e em outras é mais escura e marcada, mas isso é um fator que depende de cada mulher.

Essa linha pode aparecer apenas na parte posterior ao umbigo, bem como em toda a extensão abdominal da mulher desde o término da linha torácica até a pelve, e ela mede em torno de 1cm de largura, mas esse valor também pode variar de gestante para gestante.

Mas afinal porque a linha nigra aparece?

Essa linha escura na barriga, conhecida como linha nigra ocorre devido ao aumento do estrogênio e também pela distensão abdominal para acomodar o crescimento do útero e do bebê. O estrogênio eleva a produção hormônio melanocítico estimulante (MSH), esse hormônio junto a distensão abdominal faz acumular a pigmentação nessa área divisória e aí a linha aparece. A hiperpigmentação ocorre também em outras regiões do corpo onde a pele é esticada, devido ao aumento de volume em certas áreas do corpo.

Ao mesmo tempo, o aumento da melanina também faz com que outras regiões do corpo escureçam, como manchas no rosto (cloasma), na pele ao redor dos seios (aréolas), nas axilas ou até mesmo na virilha.

A linha nigra na gravidez não apresenta qualquer risco para a mãe ou o bebê. Trata-se de algo natural que ocorre durante a gestação. Porém, saiba que alguns estudos têm relacionado uma linha negra muito escura com baixa concentração de ácido fólico no organismo da mãe. Por isso, você pode conversar com seu médico e checar a concentração de ácido fólico em seu organismo se acredita que sua linha está muito escura.

(Informações extraída do texto “Linha Nigra: linha escura na barriga durante a gestação” do site Clinica Dom Guanella)


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Cuidados para se ter com a linha nigra:

Mesmo sendo um efeito natural da gestação, ainda assim é importante que se tenha uma série de cuidados que a gestante deve ter por conta da linha nigra. Abaixo alguns deles:

  • Evite exposição solar: principalmente nos horários de pico (10h às 16h) mas caso precise se expor ao sol use bastante protetor solar, de preferência com fatores de alta proteção;
  • Hidrate bem a sua pele: use, diariamente, um bom creme hidratante, para ajudar a manter a elasticidade e facilitar a recuperação da pele no pós-parto.
  • Hidrate seu corpo: Ingira muitos líquidos ao longo do dia, mas principalmente beba muita água!
  • Cuide bem da sua alimentação: aproveite para enriquecer o seu cardápio com alimentos integrais e ricos em ácido fólico e cálcio, como grão de bico, brócolis e feijão.

Portanto, não deixe de tomar todos os cuidados indicados para manter a linha nigra bem tratada durante a gravidez e favorecer o seu rápido desaparecimento no pós-parto.

Quando ela desaparece?

A linha nigra tende a sumir até 12 semanas após o parto e sem precisar de ajuda de nenhuma medicação, somente com a baixa gradativa dos hormônios do pós parto, uma vez que seu surgimento é devido as alterações hormonais. Mas para ajudar no desaparecimento da linha nigra após a gestação use cremes esfoliantes pelo menos duas vezes na semana na região, pois estes ajudam na renovação da pele do local fazendo assim com que a linha nigra desapareça com maior facilidade.

Também é importante fazer uso durante toda a gestação de ácido fólico, para evitar que a linha nigra perdure por muito mais tempo após a gravidez. Pois o ácido fólico tem propriedades que podem fazer com que o hormônio melanócito aumente com menor velocidade e menor quantidade.

Dengue na gravidez – tudo que você precisa saber!

dengue na gravidez
Imagem: Rede Novo Tempo

Chegando o verão, além do calorzinho bom de pegar uma praia, piscina, sair para passear, é preciso ter alguns cuidados pois é uma época propícia para a proliferação de insetos que podem causar males para a população no geral e principalmente põem risco a saúde das gestantes e dos bebês.

Um desses insetos que temos que estar atentos principalmente nessa época de calor e umidade excessivos é o mosquito da dengue, mais conhecido como Aedes aegypti responsável pela transmissão do ZIKA vírus, associado à microcefalia em bebês e também pela transmissão do vírus da dengue, que recentemente em um artigo publicado pela Scientific Reports aponta que as gestantes infectadas pelo vírus da dengue aumentam consideravelmente o risco de morte durante a gestação.

A pesquisa foi liderada pela brasileira Enny Paixão, epidemiologista do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs/Fiocruz Bahia). Ela e seus companheiros de estudos utilizaram várias bases de dados públicas, como o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), e coletaram informações referentes ao período de 2007 a 2012. Após uma triagem inicial, os cientistas selecionaram 4.053 óbitos para uma análise mais minuciosa. Após as análises foi constatado que as gestantes (mulheres que estão desde a gestação até a 42 dias após o parto) contaminadas pelo vírus da dengue apresentavam um risco quatro vezes maior de morrerem do que as não grávidas. Agora, quando a gestante apresentava um quadro de dengue hemorrágica o número é ainda mais assustador, frente ao tipo mais grave da moléstia, a possibilidade de a gestante morrer é 450 vezes maior.

Também se observou que os quadros de pré-eclâmpsia e eclâmpsia, complicações caracterizadas pelo aumento da pressão arterial durante a gravidez, eram mais frequentes no grupo infectado pelo vírus da dengue e poderiam levar à maiores complicações para a mãe e o bebê.

Os riscos não são apenas para a gestante, o bebê também apresenta chances quando a mãe está contaminada pelo vírus da dengue de ter má-formação neurológica. Esses dados foram divulgados no artigo Symptomatic Dengue during Pregnancy and Congenital Neurologic Malformations, publicado na edição de setembro da revista Emerging Infectious Diseases, do Center for Diseases Controls and Prevention (CDC).

A epidemiologista Enny Paixão, que lidera a investigação, frisa que as anomalias neurológicas durante a gestação são consideradas raras, ocorrendo em apenas 0.08% dos nascimentos da amostra. E é justamente por serem raros, só podendo ser observados agora, devido ao volume maior de dados coletados. O estudo observou que má-formações da medula espinhal e do cérebro foram quatro vezes mais frequentes em mulheres com dengue durante a gestação. Entretanto, não foi observado associação com microcefalia.

Sintomas da dengue

A dengue pode apresentar-se na forma clássica e na forma grave que necessita de maiores cuidados em leitos de observação ou internação.

A dengue grave inicia com os mesmos sintomas da dengue clássica, e com o término da febre surgem os sinais de alarme.

Normalmente, os sinais de alarme ocorrem entre o 3º e 5º dia, esse é o chamado período crítico para dengue. Tratado com hidratação e medicação sintomática corretamente, a maioria dos casos evolui para cura.

Sintomas clássicos da dengueSinais de alerta da dengue   
Febre alta com início súbito (> 38.5ºC)Dores abdominais fortes e contínuas
Dor de cabeçaVômitos persistentes
Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento delesPele pálida, fria e úmida
Perda do paladar e apetiteSangramento pelo nariz, boca e gengivas
Náuseas e vômitosSonolência, agitação e confusão mental (principalmente em crianças)
TonturasSede excessiva e boca seca
Extremo cansaçoPulso rápido e fraco
Manchas e erupções avermelhadas na pele semelhantes ao sarampo ou rubéola, principalmente no tórax e membros superioresDificuldade respiratória
Moleza e dor no corpoPerda de consciência
Dores nos ossos e articulações 

(Dados extraidos do site www.dengue.pr.gov.br)


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A dengue tem cura?

Na maioria dos casos a dengue tem cura espontânea depois de 10 dias. A principal complicação da doença é o choque hemorrágico, que é quando se perde muito sangue, fazendo com que o coração perca sua capacidade de bombear o sangue necessário para todo o corpo, levando a problemas graves em vários órgãos e colocando a vida da pessoa em risco.

Tratamento da dengue na gravidez

Não existe um tratamento específico da dengue, portanto é imprescindível que ao observar os sintomas procure ajuda médica profissional imediatamente.

Em casos normais de dengue a assistência médica é apenas para aliviar os sintomas:

  • fazer repouso;
  • ingerir bastante líquido (água), sendo que a hidratação pode ser por via oral ou intravenosa (soro)
  • não faça uso de medicação por conta própria;

Já no caso de dengue na gravidez o tratamento geralmente é feito no hospital para que sejam realizados todos os exames necessários e também haja monitoramento da evolução da doença.

Como prevenir a dengue?

A primeira e a melhor forma de prevenção da dengue é evitando a proliferação do mosquito Aedes aegypti , eliminando focos como águas paradas em vasos, caixas d’água, pneus, garrafas, etc. que são um convite para a reprodução do mosquito.

Utilize roupas compridas e claras que reduzem a exposição da pele. Tente se manter em áreas com ar condicionado ou mais frescas pois o mosquito não sobrevive em temperaturas mais baixas.

Faça uso de repelentes e mosquiteiros para evitar a picada do mosquito. Lembrando de verificar com seu médico qual o repelente adequado a ser usado.

Aproveite e envie esse post sobre dengue na gravidez para suas amigas grávidas!

Ideias de como ensinar os números para crianças

Imagem: hellowonderful

Os números são símbolos que correspondem a uma determinada quantidade, a criança pode até decorar os números mas não fazer idéia de quanto cada um deles significam. Por isso muito cuidado na hora de ensinar os números para as crianças, pois elas primeiro precisam aprender a quantificar e depois aprender a simbologia deles.

A quantificação, começa cedo, sem necessidade de papel, lápis ou qualquer decoreba, é na vida prática que a criança vai se deparar com esse aprendizado, contando os pratos que serão colocados na mesa, contando quanto pés ela tem, quantos dedinhos tem em sua mão, quantas pessoas moram em sua casa, iniciando do 1-5 e depois dando sequência do 6-10 e por aí em diante. Primeiro ela precisa estar muito familiarizada com a noção de quantidade, ou seja, quanto significa a quantidade um, dois, três, etc.

Símbolos são decoreba, quantificação é aprendizado. Há quem pense que se a criança sabe reconhecer os números (simbologia) ela sabe quantificar e aí está o grande erro, uma coisa não pode vir antes da outra, pois queimar etapas no aprendizado, acaba por atrapalhar o desenvolvimento da criança.

Primeiro a criança começa se familiarizando com noções de tamanho, entendendo o que é maior e menor, noções de grandeza como pequeno, médio e grande, depois ela passa a aprender as sequências lógicas, a classificação, a seriação e a quantificação e por último então é apresentada aos números como símbolos que representam determinada quantidade.

” A criança da faixa etária entre 2 e 7 anos está construindo a conservação do número, e para isto necessita do contato com materiais concretos, precisa tocar, manipular e experimentar. Se dermos a uma criança pequena vários cubinhos de madeira, a primeira reação será pegar, virar de um lado para outro, bater um com o outro, e por fim atira-lo longe. Nesta situação, ela pode reconhecer o objeto, construiu um novo conhecimento, necessitou perceber a singularidade do objeto para agir sobre ele, organizando suas percepções e relações entre formas, peso, tamanho, espessuras. Uma criança um pouco maior, a qual já fez este tipo de relação parte para um novo conhecimento, o da classificação, a qual já é capaz de perceber semelhanças e diferenças. Um exemplo é o trabalho com os blocos lógicos, o importante é deixa-lo ao alcance da criança para que explore o material. Assim que manteve um bom contato, podemos lançar desafios para que formule hipóteses: – Dê uma peça como esta. – Dê mais uma como esta. – Agora separe os parecidos. – Existe outra maneira de separar os parecidos? – Podemos separar os parecidos de outra forma ainda? O importante é que a criança crie estratégias, ela deverá perceber que existem os grupos das cores, do tamanho, das formas, das espessuras. A próxima etapa é a da seriação, a qual é explorado a construção de série. Exemplo de atividades: – formar fila por tamanho dos alunos (do maior ao menor); – propor atividades com diversos tamanhos de cabo de vassoura para ordená-lo; – ordenar brinquedos da sala de aula. O trabalho com a classificação, seriação e quantificação são decorrentes das relações que a criança faz entre os objetos. Estas atividades iniciais auxiliam a criança a construção d o número, a relacionar o numeral à quantidade. ”

(Trecho extraído do texto ” A construção do número na Educação Infantil de Constance Kami, no blog marypoppins.com.br )

Uma criança ativa e curiosa não aprende matemática memorizando e repetindo, mas resolvendo situações-problema, enfrentando obstáculos cognitivos e utilizando os conhecimentos que sejam frutos de sua inserção familiar e social.

A criança pequena aprende brincando, então a melhor coisa é trabalhar com jogos e brinquedos didáticos, livros e brincadeiras. Quanto mais lúdico mais leve e mais profundo o aprendizado da criança.

Ideias de como ensinar os números (noções matemáticas) para crianças:

Imagem: funwithmama

Papel e adesivo de bolinhas:

Em um papel risque uma linha e crie uma sequência com os adesivos de bolinhas, depois peça para a criança seguir a sequencia com os adesivos na linha.

Copos plásticos + cards com sequência:

Faça cards com desenhos de copos plásticos coloridos, em diferentes sequências. Depois forneça a criança os cards + copos plásticos e peça a ela para reproduzir.

Pompons + caixa de ovo + cards:

Faça cards com desenho dos pompons coloridos em diferentes sequências, depois colocando cada pompom dentro de um espaço da caixa de ovo, peça a criança para reproduzir as sequências dos cards.

Para aprender os números (simbologia), você pode fazer cartões com os números e do lado a quantidade que cada um representa, por exemplo: número 1 e 1 animal (mostrando que aquele número representa a quantidade um), e deixar esses cartões expostos para a criança explorar.

Bolinhas + rolos de papel com numeração:

Escreva os numeros de 1-5 ou de 1-10 em rolos de papel higiênico e forneça a criança bolinhas para ela ir colocando dentro dos rolos de acordo com a quantidade descrita.

Números com papel crepom:

Com o auxilio de papel crepom peça a criança para fazer bolinhas de papel crepom e colando em forma do número proposto.

Números + massinha de modelar:

Brinque com a criança de criar os números usando a massinha de modelar.

Botões + números:

Escreva os números em um papelão e peça a criança para colocar as quantidades de botões de acordo com o número descrito.

Miçangas + limpadores de cachimbo:

Utilizando limpadores de cachimbo, peça a criança para colocar as miçangas nos limpadores de acordo com a quantidade descrita em cada um.

Variando os materiais mas utilizando a mesma lógica, você pode criar varias atividades legais para estimular a criança a despertar o interesse pelo aprendizado da matemática.

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