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Gravidez Molar – O que é? Qual o tratamento? Pode engravidar de novo?

o que é uma gravidez molar
Imagem: Opas

Você já ouviu falar de gravidez molar? É uma rara complicação da gestação que ocorre quando todo o processo de fertilização não ocorre da maneira correta.

Neste caso, as células que formariam a placenta se desenvolvem de maneira anormal, e o que se forma é um amontoado de células, e infelizmente não um bebê. Por isso, a gestação não tem como ir para a frente, e precisa ser interrompida.

A gravidez molar (também conhecida como mola hidatiforme) faz parte de um grupo de condições chamado tumores trofoblásticos gestacionais. Eles costumam ser benignos e, embora possam se espalhar para além do útero, são tratáveis.

Em uma gravidez normal, o óvulo fertilizado contém 23 cromossomos do pai e 23 da mãe. Em uma gestação molar completa, o óvulo fertilizado não possui cromossomos da mãe, e os do espermatozoide do pai são duplicados.

Nesse caso, não há embrião, membrana amniótica nem qualquer tecido placentário.

No lugar deles, a placenta forma uma massa de cistos que se assemelha a um cacho de uvas, que é reconhecida na ultrassonografia.

Na maioria das gestações molares parciais, o óvulo fertilizado tem o conjunto normal de cromossomos da mãe, mas o dobro dos do pai, havendo um total de 69 cromossomos, em vez de 46.

Isso pode acontecer quando os cromossomos do espermatozoide estão duplicados, ou quando dois espermatozoides fertilizam o mesmo óvulo.

Na mola parcial, há tecido placentário junto com os cistos, e o embrião começa a se desenvolver. Mas ele não é um embrião normal, e não terá condições de sobreviver e virar um bebê.

É assustador ter de interromper uma gestação dessa forma. É essencial ter acompanhamento médico e tratamento para que a mulher não tenha sequelas físicas de longo prazo.

Qual o tipo de frequência que ocorre a gravidez molar?

Gravidez molar. Foto: OPAS

Nos países ocidentais, 1 em cada 1.000 gestações é molar. Nos asiáticos, este tipo de gravidez é mais comum, embora não se saiba ao certo quais são os motivos.

O que se nota é que mulheres com tipo sanguíneo B têm maior risco de uma gravidez molar, e por isso é interessante um acompanhamento prévio das mulheres que pretendem engravidar e que possuem esse tipo de sangue.

Como diagnosticar a gravidez molar?

Se no começo da gravidez ocorrer algum sangramento, é importante consultar o médico.

Mas lembre-se que os sangramentos não são necessariamente sinal de algum problema grave na gestação e que muito raramente indicam gravidez molar.

O sangramento pode ser contínuo ou não, forte ou leve, e poderá ocorrer a partir de 6 semanas e até com 16 semanas.

Além disso, fortes náuseas e vômitos, além de inchaço abdominal, também podem ocorrer.

Às vezes o que acontece é um aborto espontâneo normal, e, quando a mulher é submetida à curetagem, o material retirado passa por exame, e só então se descobre que se tratava de mola.

Tratamento para uma gestação molar

Na maioria dos casos, é preciso realizar uma curetagem a fim de retirar todo o tecido anormal. Em alguns, uma segunda curetagem é realizada para remover sobras de tecidos.

O médico pedirá uma série de exames, e os níveis do hormônio da gravidez serão monitorados até zerarem.

Dependendo das circunstâncias, é muito importante monitorar uma gestação molar por cerca de seis meses após o diagnóstico, porque minúsculas quantidades de tecido podem crescer e se espalhar rapidamente pelo corpo, o que, às vezes, ocorre meses depois do tratamento.

Por isso é fundamental manter o controle dos níveis de hCG, feito em exames de sangue periódicos.

Em alguns casos, uma mola hidatiforme invasiva pode se desenvolver após a curetagem, quando o tecido molar cresce na camada de músculo do útero.

O sintoma mais comum é sangramento contínuo ou irregular depois da curetagem.

Esse tipo de tecido pode migrar pela corrente sanguínea para órgãos mais distantes, incluindo pulmões, fígado e cérebro.

Em situações mais raras, células anormais permanecem no corpo após a retirada do tumor, o que é conhecido como doença trofoblástica gestacional persistente.

Ela acontece em menos de 15 por cento das mulheres com gravidez molar completa e em menos de 1 por cento das com gravidez molar parcial.

O tratamento é feito através de quimioterapia, para garantir que a doença não se espalhe para além do útero.

Com os cuidados adequados e na hora certa, quase 100 por cento dos casos são tratados quando o tumor ainda não foi para outras partes do corpo.

Mesmo nos casos mais raros da doença, em que ela já atingiu outros órgãos, o prognóstico ainda é excelente.

Uma vez que ela esteja em remissão, os níveis do hormônio hCG serão monitorados pelo resto da vida.

Em raríssimos casos, uma gestação molar completa pode levar a um coriocarcinoma, uma forma extremamente incomum, porém tratável, de câncer.

Ele ocorre em 1 de cada 30 mil gestações, e pode ser fruto tanto de uma gravidez molar quanto de uma normal ou de um aborto espontâneo.

Mulher que teve gravidez molar pode engravidar de novo?

Se a mulher não se submeteu a um tratamento de quimioterapia, terá que esperar até seis meses depois que os níveis de hCG zerarem para voltar a tentar.

No caso de ter feito quimioterapia, a recomendação é geralmente esperar um ano.

Nesse período, é preciso usar métodos contraceptivos, mas nem a pílula anticoncepcional nem o DIU são recomendados. Os melhores métodos são a camisinha ou o diafragma.

O risco de voltar a ter uma gravidez molar no futuro é de cerca de 1 a 2 por cento.

Na grande maioria dos casos de gestação molar não compromete a capacidade de a mulher voltar a engravidar, mesmo as que se submeteram a quimioterapia.

Como garantir uma perfeita introdução alimentar para seu bebê

INTRODUÇão alimentar, livro de receitas de papinhas

E SEM CORRER RISCOS DE INTOXICÁ-LO COM ALIMENTOS OU RECIPIENTES IMPRÓPRIOS

A VERDADE SOBRE AS PAPINHAS

Algumas papinhas prontas para o consumo, afirmam em seus rótulos, não conterem conservantes, porém, uma pesquisa realizada pelo departamento de nutrição da Faculdade Federal de Pernambuco (UFPE), descobriu um composto chamado ácido benzoico em produtos cujos rótulos afirmavam não conter conservantes, inclusive foi também encontrado nas papinhas para bebês.

Este conservante, além de ser considerado um composto de grande potencial alergênico, quando entra em contato com alguma vitamina C, presente em determinados alimentos, produz uma substância altamente cancerígena para o organismo humano.

Meu nome é Andréa Alves, sou Certificada em Nutrição Materno Infantil e também sou mãe de três filhos.

Sei que a introdução alimentar é uma fase muito delicada, cheia de dúvidas e inseguranças.

Nós mães, temos o imenso desejo de proporcionar a melhor alimentação para nossos bebês, porém, nesta fase as dúvidas são muitas, e a falta de informação pode causar sérios danos à saúde dos nossos pequenos.

O que você leu acima, é apenas um dos absurdos que a indústria de alimentos pratica, existem muitas outras coisas sérias que pouca gente tem conhecimento.

RECIPIENTES TÓXICOS

Você sabia que a maioria dos recepientes de plástico possuem uma substância tóxica que contamina as papinhas?

O BPA (Bisfenol-A) é um componente presente na produção do plástico policarbonato (PC), o qual é utilizado na fabricação de recipientes como mamadeiras, embalagens plásticas e copos infantis.

O que ocorre é que vestígios de BPA soltam-se aos poucos do plástico, passando ao alimento e, dessa forma, ao nosso corpo.

Especialmente os bebês e as crianças podem ser afetados com mais facilidade.

Uma carga como esta de BPA, pode causar, segundo alguns especialistas, distúrbios no sistema hormonal, danos ao cérebro, ao coração e um grande risco cancerígeno.

COMO IDENTIFICAR OS RECIPIENTES TÓXICOS?

Vou compartilhar uma dica valiosa com você mamãe:

Somente compre mamadeiras, pratinhos de papinha e copinhos de plásticos, se trouxerem escrito na embalagem BPA Free ou 0% Bisfenol A.

Esta é a forma mais segura de comprar recipientes livres de contaminantes

OUTRA DICA IMPORTANTE

Na hora de comprar potes para armazenar as papinhas prontas do bebê, verifique geralmente no fundo da embalagem, o símbolo de reciclagem (um triângulo) e um número dentro, se a numeração for 3, 6 ou 7, não compre.

DÚVIDAS COMUNS SOBRE INTRODUÇÃO ALIMENTAR:

Diariamente recebo e-mails com dúvidas sobre a introdução alimentar, como por exemplo:

Quais alimentos não podem faltar nas receitas de papinhas?

O que fazer se o bebê rejeitar a papinha?

Devo começar com papinha salgada ou de fruta?

Que tipo de panela não libera elementos tóxicos nas papinhas?

Qual é o óleo adequado para fazer as papinhas? (Canola nem pensar!)

Devo utilizar sal nas papinhas? (Depende)

Qual tempero devo utilizar nas papinhas?

Como conservar as papinhas?

É possível congelar as papinhas sem perder nutrientes? (Sim, se fizer corretamente)

O que fazer se o bebê não aceitar a papinha?

Bom, se você também tem estas dúvidas, saiba que é normal, eu também passei por isso antes de ter acesso as informações que tenho hoje e sei como é ruim a sensação de insegurança.

Durante minhas pesquisas, pude ver muitas mães inseguras, cometendo erros graves na alimentação de seus filhos, e hoje eu sei que com algumas dicas e receitas simples, é possível garantir uma perfeita introdução alimentar.

Então resolvi estudar a fundo sobre alimentação, e antes mesmo de receber meu Certificado em Nutrição Materno Infantil, apliquei em minha casa o que já havia aprendido, e os resultados foram incríveis.

Meus três filhos raramente ficam doentes, nem mesmo resfriados ou com dores de garganta.

A imunidade deles está sempre alta, eles crescem e ganham peso com facilidade, e isso me proporciona uma sensação incrível de dever cumprido.

MINHA MISSÃO

Hoje, depois de colher um resultado tão positivo com meus filhos, me senti na obrigação de compartilhar com outras mães, este conjunto de informações valiosas, que podem garantir a perfeita saúde dos nossos bebês.

Então eu elaborei com muito cuidado, uma lista com 100 RECEITAS DE PAPINHAS SUPER PRÁTICAS E SAUDÁVEIS, juntamente com toda a informação necessária pra fazer da forma correta.

Eu abordei desde o óleo ideal para o preparo, os temperos certos, as panelas que não soltam contaminantes, os potes livres de aditivos tóxicos e cancerígenos, os alimentos alergênicos e com risco de engasgo, entre muitas outras dicas, que garantirão a perfeita saúde dos nossos bebês, e foi assim que nasceu….

O MANUAL DAS PAPINHAS

Manual da Papinha - Introdução Alimentar

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“O Manual das Papinhas é uma leitura rápida e prática, traz informações relevantes capazes de mudar a saúde dos nossos pimpolhos. E mesmo quem não sabe cozinhar, pode embarcar nessa! Super recomendo!”
Dra. Marina Nunes Machado

“Muitas dicas valiosíssimas, como óleo de canola ser o pior óleo para cozinhar, por que não espremer frutas, dentre outras que eu não sabia e achava que tava arrasando! Excelente!!”
Vanessa Mattos Mendes


“Amei esse manual! Super prático e com planejamento de compras e preparação … o que eu mais amei! “
Deborah Mello Iwao


“Eu tbm comprei, fácil, rápido e seguro. Recomendo!”
Kênia Magalhães


“Comprei e recomendo pra quem estiver em dúvida como eu estava, pode adquirir sem medo, muito útil!”
Marcia Aparecida de Freitas

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BENEFÍCIOS

Com o Manual das Papinhas, você terá os seguintes benefícios:

1. Terá acesso a 100 RECEITAS DE PAPINHAS super saudáveis, práticas e organizadas.

2. Terá a sua disposição um cardápio e uma lista de compras com tudo o que você precisará em cada semana.

3. Aprenderá a maneira certa de congelar e descongelar as papinhas sem perder nutrientes.

4. Aprenderá como preparar uma papinha 100% saudável, gastando apenas 40 minutos do seu tempo, a cada dois dias.

5. Descobrirá quais são os alimentos prejudiciais que até mesmo profissionais da saúde desconhecem.

6. Aprenderá como eliminar completamente os agrotóxicos dos alimentos de forma simples e barata.

7. Conhecerá um tipo de panela especial que não solta contaminantes nos alimentos e que não está a venda na internet nem em lojas físicas.

8. Entenderá porquê você não deve oferecer sucos de fruta para seu bebê.

9. Você estará totalmente consciente e preparada para cuidar da alimentação saudável de seu bebê.

AGORA VOCÊ TEM DUAS OPÇÕES:

1. Continuar insegura, correndo o risco de cometer graves erros com a alimentação de seu Bebê

OU

2 Fazer a escolha certa, e investir em sua capacitação, afim de cumprir a missão mais importante de sua vida.

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Introdução Alimentar: Como apresentar os alimentos às crianças?

INTRODUÇão alimentar, livro de receitas de papinhas

Como, quando, e quais alimentos apresentar à criança na Introdução Alimentar, pois existem diferentes métodos, diversas fases pelas quais o bebê passa, entre outros fatores, que influenciam esse período de aprendizagem.

Vale a pena entender um pouco para proporcionar uma experiência enriquecedora e tranquila para a família.

Segundo a doutora Priscila Moraes, que é médica pediatra e alergista da Docway, o recomendado é que as crianças só a partir dos 6 meses de idade comecem a ingerir alimentos sólidos.

Nessa idade normalmente a criança já consegue se sentar sozinha, pegar objetos e leva-los a boca.

É importante que haja firmeza do tronco do bebê e que ela tenha estabilidade para se concentrar naquilo que está em sua mão, para poder realizar o movimento de trazer o alimento até a boca.

Além disso, é por volta dos 6 meses que o intestino do seu pequeno está mais maduro para receber o alimento sólido, fazendo uma melhor digestão e evitando a constipação.

Antes dos 6 meses o recomendo é apenas leite materno.

Em relação aos tipos de alimento naturais que podem ser introduzidos à dieta, não há nenhuma restrição, diferente do que se pensava antigamente, ovo pode ser oferecido desde o início da introdução alimentar (se a criança não tiver alergia a ovo), o mesmo serve para o peixe, que pode ser oferecido nos primeiros meses também.

Já referente aos preparos industrializados, doces e temperos prontos, há ressalvas.

O ideal seria não permitir que a criança os ingerisse até completar dois anos.

Grupos de alimentos sugeridos para a Introdução Alimentar:

  1. Cereais/tubérculos/raízes, como arroz, milho, batata, inhame e mandioquinha (carboidratos complexos);
  2. Carnes em geral (proteínas de alto valor biológico, ferro, zinco, cobre);
  3. Leguminosas, que são grãos de vagens, como feijão, grão de bico, ervilha, lentilha e soja (proteínas de baixo valor biológico, ferro, fibras e vitaminas);
  4. Legumes e verduras (vitaminas, minerais e fibras).

Existem três métodos para fazer a introdução alimentar, são eles:

Tradicional: esse método é feito com a já conhecida papinha, oferecida com colher, amassada, e a partir dos 8 meses de idade da criança, servida com pequenos pedaços. Nesse método, os alimentos devem ser amassados com um garfo, e as carnes podem ser desfiadas ou moídas, sempre respeitando a capacidade de mastigação do bebê.

BLW (Baby-Led Weaning): consiste na oferta de alimentos em pedaços, tiras ou bastões. Em geral, não inclui alimentação com a colher e nenhum método de adaptação de consistência para preparar a refeição, como amassar, triturar ou desfiar. A abordagem encoraja os pais a confiarem na capacidade da criança de se alimentar sozinha, sem interferências.

Participativa: nesse caso, o bebê é o agente ativo do processo, porque ele mesmo escolhe o alimento que vai comer. Porém, é assistido pelos pais, que intermediam as preferências dele e o ajudam enquanto ele não tem habilidade ou eficiência na ingestão adequada de nutrientes necessários para o seu desenvolvimento.

Não há um método que seja mais indicado que o outro, seria interessante uma mescla entre eles, o ideal é que o bebê receba os alimentos amassados, mas que também experimente comer pedaços com as mãos, explorando assim as diferentes texturas dos alimentos, como parte natural de seu aprendizado sensório motor.

E agora algumas dicas para tornar a introdução alimentar algo prazeroso e divertido:

  1. Faça um prato colorido, a criança precisa identificar o que é cada alimento, conhecer sua textura, seu cheiro e seu sabor;
  2. Insista, mesmo que a criança rejeite alguns alimentos, não desista, é preciso provar várias vezes o mesmo alimento e feito de formas diferentes;
  3. Não use liquidificador nem peneira. Com liquidificador, as fibras são rompidas e aumenta a chance de constipação intestinal. A peneira faz com que o alimento perca sua consistência e isso facilita a seletividade alimentar mais tarde;
  4. Não dê açúcar e industrializados nos primeiros anos de vida, especialmente até os 2 anos. O paladar da criança vicia no açúcar e nos condimentos, aumentando risco de obesidade e desnutrição funcional;
  5. Evite eletrônicos durante as refeições. A distração faz com que a criança perca o apetite e não preste atenção no que está comendo;
  6. Faça a introdução alimentar algo divertido. Não force, não exija que a criança coma tudo, seja flexível.

introdução alimentar, primeiras papinhas

eBook – Manual das Papinhas:

Manual da Papinha - Introdução Alimentar

Certamente você não quer correr riscos com seu bebê, por isso recomendo o Manual das Papinhas, onde, além de ter acesso a 100 receitas práticas, você vai aprender todos os detalhes para garantir uma introdução alimentar super segura e nutritiva.

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Terá acesso a 100 RECEITAS DE PAPINHAS super saudáveis, práticas e organizadas.

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5

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6

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7

Conhecerá um tipo de panela especial que não solta contaminantes nos alimentos e que não está a venda na internet nem em lojas físicas.

8

Entenderá porquê você não deve oferecer sucos de fruta para seu bebê.

9

Você estará totalmente consciente e preparada para cuidar da alimentação saudável de seu bebê.


Mamãe, depois de te mostrar tudo isso, agora eu só posso lhe dar duas opções:


PRIMEIRA OPÇÃO

Continuar insegura, correndo o risco de cometer graves erros com a alimentação de seu Bebê

SEGUNDA OPÇÃO

Fazer a escolha certa, e investir em sua capacitação, afim de cumprir a missão mais importante de sua vida.

Quero fazer a escolha certa! Quero o Manual das Papinhas!

Amamentação – itens que podem te ajudar na amamentação

Foto: Estadão

Entender o processo da amamentação com antecedência, e até saber quais são os problemas mais comuns, é fundamental para que a mulher não seja pega de surpresa por eventuais dificuldades na hora de dar o peito àquele recém-nascido tão pequenininho.

O corpo prepara por conta própria os seios para a amamentação, por isso você precisa apenas preparar o espírito.

Mesmo assim, esteja informada sobre as dificuldades que podem surgir, sem ficar apavorada, sempre se planejando com toda a ajuda possível enquanto estiver na maternidade.

Não dá para garantir que você vai ter problemas para amamentar e nem que vai ser fácil.

Isso varia de mulher para mulher, para a grande maioria o começo da amamentação não é fácil, é um momento de aprendizado para a mãe e para o bebê.

Mas você sabia que existem produtos que podem te ajudar a deixar a amamentação mais agradável e tranquila?

Selecionamos alguns abaixo que podem ser usados por você neste momento tão intimo entre mãe e filho:

Almofada de amamentação

Almofada de amamentação. Foto: Euro Baby

As almofadas para amamentação são grandes aliadas para que a hora de alimentar seu bebê seja confortável e ainda mais prazerosa.

O uso das almofadas para amamentação pode ser iniciado desde a gravidez, onde a mãe pode utilizá-la na hora de dormir, encontrando uma posição mais confortável e diminuindo suas dores no pescoço, ombros e braços.

Depois que o bebê nasce, as almofadas ajudam a mãe a apoiar o bebê na posição adequada e evitar que ele tenha problemas ao engolir, diminuindo o risco de desenvolver refluxo gástrico.

Evita também dores nos braços e nas costas causadas pelo peso da criança e a espessura da almofada ainda posiciona seu baby a altura certa ao mamilo, facilitando a sucção e causando menos dor às mamães lactantes.

Já para quem teve parto com cesária, a almofada de amamentação reduz a pressão sobre o abdômen.

Concha de amamentação

Concha de amamentação. Foto: Orto Curitiba

A Concha de Amamentação são aparelhos utilizados por baixo do sutiã, geralmente de plástico e servem para corrigir um mamilo invertido ou um mamilo plano, de modo a facilitar a pega do bebê e a amamentação.

Além disso serve para coletar o leite que fica vazando do seu peito e protege os bicos rachados para não grudarem na sua roupa machucando ainda mais.

Há diversos tipos e marcas de concha de amamentação, e por isso, antes de comprar uma delas, você deve observar alguns detalhes importantes, como a sua estrutura.

Os tipos mais comuns são:

  • Base rígida – melhor para correção de bico.
  • Base flexível – melhor para coletar leite e proteger seios rachados.
  • Orifício Grande – se o orifício é muito grande, não corrige o bico, apenas protege a mama e coleta leite.
  • Orifício pequeno – quando o orifício é muito pequeno, pode ferir e machucar.

Absorvente de seio

Absorvente de seio. Foto: Elo 7

O Absorvente para Seios ajuda a evitar vazamentos e manchas na roupa, além de manter a região limpa e seca, permitindo que a pele delicada dos seios respire.

Esse produto contém ultra gel para uma maior absorção e canais inteligentes que distribuem o fluxo do leite de maneira uniforme e evita o acúmulo do líquido no centro. Possui um prático adesivo de fixação para perfeita aderência ao sutiã.

Utilizar o Absorvente para Seios é bem simples, mas aqui estão algumas dicas que ajudarão a aproveitar ainda mais o produto.

  • Não se esqueça de secar bem os seios após cada lavagem, pois a umidade pode provocar rachaduras;
  • Remova a proteção do adesivo de fixação;
  • Posicione o absorvente entre o seio e o sutiã;
  • Troque o absorvente a cada mamada ou sempre que sentir necessidade;
  • Não reutilize o produto, descartando-o após o uso.

Um ponto contra os absorventes para seios: se você estiver com o seio machucado (principalmente nos primeiros dias de amamentação) usar o absorvente pode piorar, pois como é tecido ele vai grudar no seu seio e a cada vez que for desgrudar vai machucar mais.

Roupa amamentação

Roupas que facilitam a amamentação. Foto: Ficar Grávida

Atualmente é possível encontrar marcas de gestantes que desenvolvem modelos próprios para a fase da amamentação, com aberturas estratégicas e sobreposições que facilitam a vida das mamães.

Na hora de comprar qualquer peça, a dica é escolher tecidos macios, que contêm um bom toque na pele, como o algodão e a malha, e que não tenham fechos que machucam e incomodam.

Outra dica é investir em fibras naturais, pois elas respiram melhor e não dão alergias.

Mas qual o estilo de roupa para amamentação você deve escolher?

Bem, hoje o mercado entendeu que a mães precisam de uma roupa especial após o nascimento do seu filho, e por isso é bem fácil encontrar modelos e lojas especializadas com estilo que vai ajudar na hora de amamentar o bebê.

O destaque das peças ficam por conta das:

  • Blusas transpassadas
  • Vestidos transpassados
  • Peças com camadas

Com o uso dessas roupas para amamentação, o momento entre mãe e filho ficará mais tranquilo e suave, sem a necessidade de a mulher se despir na rua, em alguns casos se sentindo constrangida ou coagida por qualquer situação.

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  • Você se sente incomodada em pagar valores absurdos por produtos que não oferecem a qualidade equivalente ao que você paga?
  • Você gostaria de ter acesso a novidades e lançamentos de produtos que não são encontrados no Brasil ou demoram meses para chegar por aqui?
  • Você gostaria de pagar por preços justos que chegam a ser 70% mais baratos do que aqui no Brasil?
  • Você acredita que paga um absurdo nas roupas, brinquedos e acessórios para seu filho?
  • Você já comprou roupas mais baratas para o seu filho e elas se estragaram logo após a primeira lavagem?

Você respondeu SIM para algumas dessas perguntas acima?

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Por isso que é fácil vender pelo dobro do preço aqui no Brasil ganhar 100% em cima. E as pessoas compram e ficam felizes de estarem fazendo um ótimo negócio.

O que você tem que entender é que muitas organizações gigantes não querem que você saiba disso e eu estou aqui para te ajudar!

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Confira Agora As Perguntas Mais Comuns Respondidas:

  • O que é o Treinamento da Cegonha Importadora?

No Treinamento da Cegonha Importadora Heloise Miotto ensina pessoas comuns assim como eu e você a comprarem de tudo nas lojas do mundo todo e receber no conforto de casa. Ela ensina isso por meio de um passo a passo simples e detalhado gravado em vídeo aulas que você pode assistir quantas vezes quiser.

Além das aulas você ainda conta o suporte completo da equipe da Heloise sempre que precisar, tem acesso também a um Grupo de Alunas exclusivo e a lista de lojas que ela já testou e confio pra você comprar o que quiser para a família toda!

  • Só vou aprender como comprar produtos para Bebês e Crianças?

Você vai poder comprar produtos para família toda! Ela preparou um Bônus incrível chamado Cegonha da Família onde disponibiliza lojas para você comprar eletrônicos, perfumes, sapatos, tênis, roupas, acessórios, relógios e muito mais. E as dicas do curso valem para fazer qualquer compra nos EUA.

  • Isso de importação não é uma atividade ilegal?

De forma alguma, qualquer cidadão pode fazer isso quando desejar, basta saber os caminhos corretos para não pagar mais do que precisa e você terá as lojas do mundo todo para você comprar.

  • Se o dólar estiver alto, ainda compensa importar?

É preciso saber que a compra no exterior é vantajosa há muito tempo e dificilmente deixará de ser, isso se deve ao fato do Brasil infelizmente ter taxas de impostos injustificavelmente altas em relação ao resto do mundo.

Além das taxas altas ainda temos uma indústria e comerciantes operando de forma a ter lucros altíssimos a qualquer custo e isso eu acredito que não deve mudar tão cedo.

Se o Dólar sobe lá fora, tudo aqui no Brasil também sobe!

  • Quem vai fazer as compras do que eu quiser? A Cegonha Importadora vende ou faz as compras que eu pedir?

Não. A Cegonha Importadora é um Treinamento completo em vídeo aulas que ensina você mesmo a fazer as compras seguindo um passo a passo totalmente detalhado. Você assiste as aulas e segue as orientações para comprar nas lojas do mundo todo e receber no conforto da sua casa.

  • É preciso conhecer alguém que more lá fora? Tenho que ter um amigo ou parente?

Absolutamente não! Existem empresas que oferecem serviços que fazem esse trâmite para nós, e no curso você vai descobrir como isso funciona.

  • Tenho que saber falar ou ler em inglês para importar?

Absolutamente não! Boa parte dos sites oferecem a tradução para o português. Se isso não tiver disponível você pode usar um tradutor online do Google por exemplo e se comunicar tranquilamente.

  • Quais são as lojas onde eu posso comprar?

As compras podem ser feitas em praticamente todas as lojas do mundo, basta que a loja tenha um site e faça vendas online. A maioria das marcas oficiais tem sites mas não são todas que entregam no Brasil e quando entregam cobram um absurdo em taxas que acabam inviabilizando as compras.

  • Preciso ter um Cartão de Crédito Internacional para fazer as compras?

No Treinamento ela ensino como você pode habilitar o seu próprio cartão de crédito ou usar o que ela mais recomenda que seria o pagamento com cartões pré pagos. Hoje grandes bancos e empresas já oferecem esses cartões pré pago de forma gratuita, extremamente segura e sem nenhum tipo de comprovação de renda.

  • Por quanto tempo vou poder acessar o Treinamento?

Você terá acesso ao Treinamento pelo período de 12 meses

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Veja o que será explorado nesse treinamento online:

  • Primeiros Passos

Os primeiros passos onde será explicado detalhadamente tudo o que você precisa saber sobre importação. Nesse módulo você vai aprender exatamente como tudo funciona para poder prosseguir com o treinamento. Se você nunca ouvir falar sobre importação ao término desse módulo todas as suas dúvidas estarão respondidas.

  • Como Pagar

Não se preocupe se você não tem um cartão de crédito ou se esta com restrições no seu nome no spc ou serasa por exemplo. Aqui você vai aprender que você vai poder usar o seu próprio cartão de crédito ou outros meios de pagamento como cartões pré pago que não exigem absolutamente nada.
Quando terminar esse módulo entenderá perfeitamente que tudo é feito de forma extremamente segura e confiável.

  • Caixa Postal de Compras

No módulo 3 será explicado a maneira correta de você enviar suas compras para o brasil. Nada vai funcionar se não conhecer como isso funciona.

  • Identificador de Origem

Você sabia que quando acessa um site no exterior as lojas colocam um preço especial para você?
Sabia também que esse preço já vem com impostos e taxas especialmente absurdas para nós brasileiros? Nesse módulo você aprenderá como resolver isso, vamos usar recursos que farão você economizar de verdade.

  • Tributação e Fretes

No módulo 5 será explicado detalhadamente sobre tributação e fretes. Conhecer todos os atalhos é essencial para evitar pagamento de taxas e impostos absurdos quando sua compra chegar no brasil.
Nesse módulo vamos percorrer por todos os caminhos e você vai ter acesso a tudo o que faço para não ter que pagar um centavo a mais além do necessário.
Tudo de maneira 100% legalizada!
Você só precisará fazer a coisa certa e seguir o passo a passo.

  • Fazendo Compras

E o módulo 6 que sem dúvida é o mais desejado. É aqui que acessamos as melhores lojas para fazer nossas compras. Você será guiado para que você compre nas lojas oficiais, produtos originais de altíssima qualidade e com preços infinitamente inferiores aos que pagamos aqui no brasil.
Heloise Miotto separou suas lojas preferidas, as lojas que compra e sabe exatamente como elas trabalham.
Você vai amar esse módulo!

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O que é Gravidez Ectópica? (causas, sintomas e tratamento)

Foto: Prefeitura de SP
Foto: Prefeitura de SP

Você já ouviu falar de Gravidez Ectópica? Uma gravidez comum é quando o óvulo fertilizado se prende ao revestimento do útero, e ali o bebê cresce seguro.

Já na Gravidez Ectópica, o óvulo fertilizado fica em algum lugar fora do útero, sendo que na maioria das vezes se aloja nas trompas de falópio, um canal antes da chega do útero.

O grande detalhe desde tipo de gravidez é que a mulher precisa interromper a gestação, pois ovo fertilizado não sobrevive, e o feto em crescimento pode destruir várias estruturas maternas.

Mas quais as causas? E existe algum tratamento para evitar isso?

Causas da Gravidez Ectópica

Causas para uma Gravidez Ectópica. Foto: Gravidas OnLine

As causas mais comuns para uma Gravidez Ectópica incluem:

  • Tabagismo;
  • Doença inflamatória pélvica, que pode surgir a partir de infecção por clamídia ou gonorreia;
  • Inflamações e cicatrizes das trompas de falópio, decorrentes de uma condição médica ou cirurgia anterior;
  • Gravidez ectópica em outras gestação.

Mesmo assim ainda não se tem uma causa comum sobre o surgimento desta gravidez, no entanto, as condições seguintes podem ter ligação com uma gravidez anormal:

  • Fatores hormonais;
  • Anormalidades genéticas;
  • Defeitos congênitos;
  • Condições médicas que afetam a forma e condição das trompas de falópio e órgãos reprodutivos.

Todas as mulheres sexualmente ativas estão em algum risco de uma gravidez ectópica. No entanto, o risco pode aumentar se acompanhado de alguns fatores de risco. Veja:

  • Gravidez ectópica anterior
  • Inflamação ou infecção das trompas de Falópio
  • Problemas de fertilidade
  • Trompas de Falópio com um formato incomum
  • Idade materna avançada de 35 anos ou mais
  • História de cirurgia pélvica, cirurgia abdominal, ou vários abortos
  • História de endometriose
  • Concepção auxiliada por medicamentos de fertilidade ou procedimentos
  • Tabagismo
  • História de DSTs
  • Uso inadequado do DIU. Se utilizado corretamente, o DIU deve impedir a gravidez. No entanto, se por algum motivo ela ocorrer, provavelmente será ectópica
  • Gravidez após cirurgia de laqueadura. Embora a gravidez após a ligadura tubária seja rara, se isso acontecer, é mais provável que seja ectópica.

Sintomas de Gravidez Ectópica

No início, uma gravidez ectópica muitas vezes é sentida como uma gravidez normal, com sintomas tais como:

  • Atraso na menstruação
  • Seios sensíveis e inchados
  • Fadiga
  • Náusea
  • Aumento da micção.

Os primeiros sinais de uma gravidez ectópica podem incluir:

  • Hemorragia vaginal, que pode ser leve;
  • Dor abdominal ou dor pélvica, geralmente seis a oito semanas após a ausência de menstruação.

Conforme a gravidez progride, outros sintomas podem se desenvolver, incluindo:

  • Dor de barriga ou dor pélvica, que pode piorar com o movimento ou esforço. Pode começar bruscamente de um lado e depois se espalhar por toda a região pélvica
  • Sangramento vaginal moderado ou intenso
  • Dor no coito ou durante um exame pélvico
  • Tonturas, vertigens ou desmaio, causada por hemorragia interna
  • Sinais de choque hipovolêmico
  • Dor no ombro causada por hemorragia no abdômen sob o diafragma. O sangramento irrita o diafragma e é sentido como dor no ombro.

Os sintomas do aborto espontâneo muitas vezes são semelhantes aos sintomas precoces experimentados durante a gravidez ectópica. Para mais informações, consulte o tópico aborto espontâneo.

Exames para diagnosticar Gravidez Ectópica

Se você tiver sintomas de gravidez ectópica, você fará:

  1. Um exame pélvico, que pode detectar uma obstrução nas trompas de Falópio, um alargamento do útero menor do que o esperado para uma gravidez ou uma massa na região pélvica
  2. Ultrassonografia pélvica transvaginal ou abdominal, sendo que a primeira é a mais segura para diagnosticar gravidez ectópica
  3. Dois ou mais exames de sangue para níveis hormônio da gravidez (gonadotrofina coriônica humana ou beta-hCG), realizados com 48 horas de intervalo. Durante as primeiras semanas de uma gravidez normal, os níveis de beta-hCG dobram a cada 2 dias. Níveis baixos ou lentamente crescentes de beta-hCG no sangue sugerem uma gravidez anormal, como uma gravidez ectópica ou um aborto espontâneo. Se os níveis de beta-hCG são anormalmente baixos, mais testes são realizados para descobrir a causa.

Tratamento para a Gravidez ectópica

Na maioria dos casos, é tratada imediatamente para evitar uma ruptura dos tecidos e hemorragias. A decisão sobre qual o tratamento depende de quão cedo a gravidez é detectada e seu estado geral. Para uma gravidez detectada precocemente que não está causando sangramento, você pode ter uma escolha entre o uso de medicamentos ou cirurgia para interromper a gravidez.

Existe prevenção?

É impossível impedir uma gravidez ectópica de acontecer, mas você pode diminuir alguns fatores de risco. Por exemplo, limitar o número de parceiros sexuais e usar um preservativo quando tiver relações sexuais para ajudar a prevenir DST e reduzir o risco de doença inflamatória pélvica.

Se você já teve uma gravidez ectópica, converse com o médico antes de engravidar novamente. Quando você fica grávida, o médico irá monitorizar cuidadosamente a sua condição.

Os primeiros exames de sangue e ultrassonografias podem oferecer a detecção precoce de uma outra gravidez ectópica – ou a garantia de que a gravidez está se desenvolvendo normalmente.

Dicas de segurança para evitar acidentes com as crianças

Como evitar acidentes com as crianças? Confira nossas dicas de segurança!

Hoje vamos compartilhar algumas dicas de segurança! Segundo informações da ONG Criança Segura, com base em dados do Ministério da Saúde, cerca de 110 mil crianças são hospitalizadas, anualmente, vítimas de acidentes domésticos.

Você sabia que em período de férias e feriados, de acordo com o coordenador do Núcleo de Trauma do Hospital Samaritano de São Paulo, Diogo Garcia, essas ocorrências aumentam em 25%.

Entre os incidentes mais comuns estão:

  • quedas,
  • queimaduras,
  • envenenamentos,
  • sufocamentos e
  • afogamentos.

“Com o dia das crianças se aproximando, os pequenos querem aproveitar o feriado para se divertir e brincar com os amigos, seja dentro de casa ou ao ar livre. É preciso, entretanto, ter cautela e o máximo de cuidado possível, seja por parte dos pais ou das próprias crianças”.

Agora vamos ver algumas dicas para garantir a diversão das crianças com cuidado e segurança, passadas pela ADT (maior empresa de monitoramento de alarme do mundo).

Segurança dentro de casa:

Dicas de segurança em casa com crianças
Dicas de segurança para evitar acidentes domésticos com as crianças. Imagem: Grupo AUSTA
  • Após o uso, guarde os brinquedos para evitar quedas e tropeços;

  • Dê preferência às bocas de trás do fogão e vire os cabos das panelas para trás;

  • Fósforos, isqueiros, cosméticos, medicamentos, bebidas alcoólicas, materiais de limpeza e objetos cortantes devem ser armazenados em locais altos e trancados;

  • Proteger tomadas e fios pois crianças adoram sair pegando tudo e colocando os dedos onde não devem. Esconda os fios o melhor que puder e use protetor de tomadas;

  • Dê preferência para móveis de cantos arredondados e deixe-os longe das janelas. Coloque grades e redes de proteção nas janelas e varandas e evite cortinas com puxadores que possam provocar enforcamento;

  • Cuidado com baldes e bacias, o simples fato de deixar peças de molho em baldes ou bacias também oferece risco. Não esqueça que a criança está em fase de aprendizado e a curiosidade é natural. O ato de inclinar o corpo para ver o que tem dentro do recipiente já oferece risco”;

  • Se onde você mora tem escadas, use a grade de proteção para não correr o risco dos pequenos caírem da escada.
  •  Não usei kit berço. O uso é contraindicado pela Sociedade Americana de Pediatria e pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O principal motivo é o risco de sufocamento: o bebê pode se virar e o rosto ficar enfiado em uma almofada e não conseguir se desvirar. Por isso também não é recomendado o uso de cobertores, brinquedos ou outros objetos dentro do berço.

Segurança em parquinhos:

Dicas de segurança em parquinhos
Dicas de segurança em parquinhos. Imagem: Algarve Informativo
  • Respeite a faixa etária indicada;

  • Observe o tipo de piso do lugar; o ideal é que o chão seja coberto de materiais que amorteçam quedas;

  • Atente-se aos brinquedos. Para crianças de até 3 anos, o ideal é que o assento de balanços tenha encosto e proteção de segurança na frente. Escorregadores, por exemplo, não podem estar quebrados, descascados ou ter pregos aparentes;

Segurança ao ar livre:

Dicas de segurança ao ar livre
Imagem: Rádio Aratiba
  • Lembre-se de usar repelente e protetor solar;

  • Verifique sempre que possível os lugares que a criança irá transitar. Por exemplo, a brincadeira no jardim pode gerar problemas se o pequeno tiver contato com algum inseto indesejado;

Segurança na piscina ou praia:

Cuidados com as crianças na piscina
Crianças e Piscina, dicas de segurança. Imagem: Mamãe & Cia
  • Nunca deixe a criança sozinha na piscina ou na praia. Bebês devem ter os pais por perto na água, mesmo em piscina rasa, para evitar quedas e desequilíbrios;

  • Tenha cuidado com as boias de braço e as redondas, pois as crianças podem se desequilibrar e se afogar. Além disso, as boias devem estar cheias e fechadas corretamente, sem rasgos e em bom estado de conservação;

  • Atente-se para a profundidade da água e evite que as crianças se aproximem dos ralos e pontos de sucção das piscinas;

  • Se você tem piscina em casa use grades ou telas de proteção.
  • Ao sinal de chuva ou tempestade, faça com que saiam da piscina, abrigando-as em local coberto.

Além das recomendações acima, é importante combinar o que fazer em situações de emergência, já que muitas vezes as crianças não sabem para quem ligar.

Para que tem o alarme monitorado, é possível pedir ajuda por meio do sistema. Basta apertar botões de acordo com a situação: perigo, emergência médica ou incêndio. O alarme monitorado, portanto, é um grande aliado.

Aproveite e confira:

5 tendências que estão dominando a decoração de Quarto Infantil

quarto infantil estilo escandinavo
Projeto Triarq Studio de Arquitetura | Foto: Carla D’aqui

O quarto infantil é o cômodo da casa onde os limites são cruzados e tudo é possível.

Nele, arquitetos e designers criam o universo particular dos pequenos, com elementos lúdicos que fazem dele, tanto um parque de diversões da imaginação, quanto um dormitório relaxante e com todas as condições para o crescimento e desenvolvimento das crianças.

Por isso, os clássicos rosa e azul, que antes sempre acompanhavam o quarto das crianças, agora dão lugar às novas tendências que inspiram e transformam esse mundinho.

1.Quarto Montessoriano

Móveis baixos, cama no chão, livros e brinquedos ao alcance das mãos dos pequenos… com o passar do tempo, o método montessoriano tem conquistado os quartos infantis. Seu foco é desenvolver a autonomia da criança, principalmente colocando os objetos essenciais para o pequeno ao seu alcance e permitindo o seu livre movimento.

quarto montessoriano
Quarto Montessoriano. Projeto doob arquitetura. Imagem: Divulgação

O método incentiva desde o espelho baixo até a cama próxima do chão: ambos ajudam bebês e crianças a serem independentes e descobrirem suas vontades próprias a partir das necessidades mais básicas como dormir e acordar.

Daniele Okuhara e Beatriz Ottaiano, da doob arquitetura, ainda dão a dica: a altura da cama ressalta o pé direito do quarto, que às vezes pode intimidar. O móvel, em formato de casinha ou cabana, torna essa escala mais amigável ao pequeno.

2.Quartos compartilhados

Quando as idades das crianças são próximas, é comum que eles compartilhem o quarto. Assim, surge a grande dúvida sobre como decorar um espaço para duas ou mais crianças e que traga o jeitinho e a personalidade de cada um e sem perder a descontração do ambiente infantil.

Quarto Infantil Compartilhado. Projeto Manarelli Guimarães Arquitetura| Foto: Ines Antich

O papel de parede neutro entra como coringa nessa jogada. Ele dá a base para o restante da decoração do quarto, como acontece no projeto de Manarelli Guimarães Arquitetura, dos arquitetos Thiago Manarelli e Ana Paula Guimarães.

Esse quarto pertencente aos trigêmeos do casal de moradores, o que diferencia o cantinho de cada pequeno é o tom da cama e do baú correspondente, que levam as cores amarelo, rosa e azul.

quarto infantil compartilhado
Quarto Infantil Compartilhado. Projeto Bruno Moraes Arquitetura | Foto: Luís Gomes

No projeto do arquiteto Bruno Moraes, a geometria também aparece em tons suaves de cinza e marrom no papel de parede, acompanhada de lambris.

Em madeira branca, as camas das irmãs têm a cabeceira no formato de casinhas e são decoradas com fios de pisca-pisca cor de rosa. Paralelas, parecem espelhadas, com a mesinha e cadeira como ponto de equilíbrio da simetria.

3.Décor para meninas e meninos

quarto infantil para irmãos menina e menino
Quarto Infantil. Projeto: Karina Korn Arquitetura | Foto: divulgação

Desvencilhar-se dos padrões sobre decoração de quartos de acordo com o gênero da criança rende decorações criativas. “Prefiro sempre ouvir a criança sobre qual cor prefere, quais elementos e figuras deseja colocar e quais suas prioridades. Criança tem voz!”, comenta a arquiteta Karina Korn, de Karina Korn Arquitetura.

Depois de conversar com o pequeno morador, a paleta foge do tradicional e encontra o amarelo, verde, lilás e muitas outras cores que costumam passar longe do senso comum.

4.Estilo escandinavo

quarto infantil estilo escandinavo
Quarto Infantil. Projeto Triarq Studio de Arquitetura | Foto: Carla D’aqui

Destaque já no living do apartamento, o estilo escandinavo se faz presente também nos quartos infantis. Esse estilo é caracterizado pelas cores neutras, principalmente o branco, o uso de muita madeira para aquecer os ambientes e muitos tecidos de toque agradável.

Essa combinação também resulta na combinação de outras tendências, como a decoração não baseada no gênero da criança e sim deixando o quarto neutro. Assinado pelo Triarq Studio de Arquitetura, das arquitetas Ana Paula Briza e Fernanda Takadachi, esse quartinho pertence à pequena Olívia, mas também poderia pertencer ao Pedro, Lucca, Enzo…

Pequenos detalhes vão dar o toque feminino ou masculino ao quarto, como o lençol rosa ao quarto da Olívia.

Os detalhes, como os adesivos de gotinhas na parede – uma ideia do pai, que afirma que não há nada mais relaxante que dormir com o barulhinho da chuva – são responsáveis por trazer charme ao espaço.

5. Evergreen

quarto infantil atemporal
Quarto infantil atemporal. Projeto de Carmem Avila | Foto: Rafael Renzo

A atemporalidade é cada vez mais um requisito na criação de um quarto infantil, principalmente em relação à marcenaria.

Isso significa que os móveis escolhidos poderão ser aproveitados desde a primeira infância até depois da adolescência. Esse recurso aparece em dois ambientes projetados pela arquiteta Carmem Avila para crianças, onde as cores da madeira se destacam e aquecem o décor.

Os indicativos da idade aparecem nos elementos que não são fixos, como nos quadros, nos bichinhos de pelúcia e na colcha da cama.

Quer mais conteúdo de quarto infantil? Confira:

Lembrancinhas de aniversário para fazer em casa

Quer economizar na festa do seu filho? Uma dica é buscar ideias de lembrancinhas de aniversário para fazer em casa, dando um charme todo especial a festa, com a cara do aniversariante.

A entrega das lembrancinhas é um momento que todos os convidados aguardam, e hoje existe uma gama de opções que você pode adicionar a sua festa.

Pensar em todos os detalhes de uma festa não é tarefa fácil e uma das pequenas coisas que podem fazer toda a diferença na hora de tornar sua celebração memorável para seus convidados é a lembrancinha.

A tradição de presentear os convidados com algo é o momento ideal para você mesma fazer as lembrancinhas da festa.

Mesmo que a lembrancinha seja simples, se colocar numa embalagem personalizada as crianças vão adorar.

Por isso, devido as opções diversas, para acertar é preciso criatividade e conhecimento sobre o estilo de festa desejado e o gosto de seus convidados.

Ideias de lembrancinhas de aniversário para fazer em casa:

Pensando nisso, separamos algumas ideias de lembrancinhas de aniversário para fazer em casa, bonitas, práticas e que vai dar um charme todo especial a sua festa.

  • Doces ou chocolates

Lembrancinhas que você pode fazer em casa. Foto: Choco Mel

Todo convidado fica esperando a parte mais alegre da festa: a hora de comer os docinhos. Então, essa é uma boa ideia de lembrancinhas de aniversário para fazer em casa!

É bacana pensar em uma lembrança que converse com o tema da festa, mas o sabor também é muito importante.

Por isso, os saquinhos de doce são uma alternativa certeira, assim como os cupcakes, guloseimas com formatos divertidos, pirulitos grandes, biscoitos e até versões do querido brigadeiro.

Você só vai precisar definir o que mais combina com a festa.

Confira também:  Ideias e dicas para fazer uma festa infantil

  • Kit de pintura

kit de pintura como lembrancinha de festa de aniversário de criança
Imagem: Lembrancinhas Online

Uma brincadeira que muita criança adora é a de desenhar, portanto é possível criar um kit de pintura ou de desenho com folhas, lápis de cor, giz de cera, tinta guache, aquarela ou qualquer outro item relacionado a isso.

Presentear as crianças com um lápis ou caneta divertida também pode ser uma opção, lembre-se de caprichar nas cores para encher os olhos dos pequenos.

  • Bolhas de sabão

Bolha de sabão como lembrancinha de festa infantil. Foto: Elo7

Uma ideia simples de lembrancinhas de aniversário para fazer em casa são os tubos de bolha de sabão. Só é preciso se atentar para que o chão do local da festa não fique molhado e ninguém se machuque. Evite a ideia caso o aniversário conte com convidados muito pequenos, pois há o risco de cair sabão nos olhos.

No caso de crianças maiores, a opção é barata, prática e divertida, basta investir na embalagem, água e sabão! Além disso, é possível comprar a mistura já pronta e embalada, até mesmo em recipientes divertidos e/ou personalizados.

  • Balões

Foto: Criativo Artesanato

Bexigas ou balões não podem faltar em nenhuma festa de aniversário. Neste caso, escolha aqueles com gás hélio que possuem função dupla em uma festa, pois podem ser parte da decoração durante a comemoração como também servir de lembrança para os pequenos convidados. Praticidade e economia, combinada com a alegria dos pequenos!

  • Kit com brinquedos simples

Kit de brinquedos para lembrancinha de festa de criança. Foto: Como fazer em casa

Investir em lembrancinha que possibilite alguma brincadeira para as crianças é uma forma quase certeira de agradar.

Pensando nisso, é possível elencar diversas opções de lembrança com brinquedos simples como: legos, massinhas de modelar, ioiôs, carrinhos, cataventos, entre outros.

  • Fantasias

Fantasias infantis como lembrancinha de festa. Foto: Pinterest

Já pensou em lembrancinhas de aniversário para fazer em casa em formato de fantasias?

Aqui você irá usar bastante a criatividade, como a confecção de máscara, capa, asas e outros acessórios.

Para isso, você deve definir o tema da festa, e com base nisso a lembrancinhas de aniversário para fazer em casa será um arraso!

Além disso, para fugir um pouco da tradição, essa lembrancinha poderia ser entregue logo no início da festa, assim todos os pequenos convidados podem curti-la com muito mais estilo!

  • Pipoca Caramelizada

ideias de lembrancinhas para fazer em casa
Pipocas caramelizadas como lembrancinhas de aniversário para fazer em casa. Imagem: claudia.abril

Se as pipocas tradicionais já fazem sucesso com as crianças, imagine as versões mais criativas, como as com coberturas caramelizadas, chocolate e acompanhamentos crocantes. Sirva em saquinhos bem embalados para mantê-las crocantes.

  • Tubetes

Tubetes de lembrancinhas para festa infantil
Tubetes como lembrancinhas de aniversário para fazer em casa. Imagem: Flickr

Você personalizar o tubete de forma fácil de acordo com o tema da festa. Pode colar adesivo, pode encher com docinhos das cores do tema, pode decorar com fitas, ou da forma que desejar.

Lembrancinha com docinhos, chocolates ou balas as crianças adoraram levar pra casa.

  • Terrário

lembrancinha-para-fazer-em-casa
Lembrancinha para fazer em casa. Imagem: poplembrancinhas

Que tal essa ideia diferente e criativa de lembrancinha de festa infantil? Um terrário! Não sabe como fazer? Vou deixar o link de um passo a passo aqui -> Como fazer terrário aberto ou fechado

Viu que dicas legais de lembrancinhas de aniversário para fazer em casa? Agora você só precisar usar a criatividade e arrasar na festa. Com economia, conseguirá montar uma festa bonita e charmosa que vai trazer alegria tanto para o aniversariante como os convidados.

O minimalismo e a vida com crianças (simplificando o guarda-roupa e a vida)

minimalismo e crianças

Oi mamães, hoje temos a participação especial da Natália (instagram -> minimallista), em busca de um guarda-roupa – e uma vida! – mais simples e feliz ela encontrou no conceito do minimalismo uma forma de conhecer melhor o seu estilo e ter uma vida mais leve e com mais significado. E hoje ela vai compartilhar com a gente como funciona o minimalismo quando se tem crianças em casa!

———————–

Olá, me chamo Natália, sou jornalista, mãe do Valentin, de 2 anos, e da Giulia, de 1 ano, e desde 2015 procuro simplificar minha vida reduzindo o que não traz valor para dar lugar ao que realmente importa. Mas o que isso significa no dia a dia com crianças?

Considero o minimalismo um estilo de vida e quero deixar bem claro que minha vida e minha casa não são nada parecidos com o estereótipo que temos de uma vida minimalista. É mais sobre um modo de ver as coisas. Acredito muito que, quando o caos está instalado, seja na bagunça da sala cheia de brinquedos ou na nossa mente atordoada com tantas coisas para fazer enquanto as crianças estão te chamando o tempo inteiro, simplificar seja um bom caminho.

E foi no simplificar as coisas que o minimalismo me ganhou. Comecei simplificando meu guarda- roupa. Desde 2015 uso o método do armário-cápsula e não tenho mais vontade de ter um guarda-roupas cheio de peças que não fazem sentido para mim. E quando o “bichinho” do simplificar te pica, é difícil não querer levar essa ideia para todos os setores da sua vida.

Quando engravidei do Valentin, no final de 2015, sabia que não queria ter coisas demais. Mas como saber o que eram coisas demais quando não se tem nenhuma noção do que é maternidade? Lembro que pesquisei listas de enxoval, perguntava para amigas que já tinham tido filhos, se aquele item era realmente necessário, se não poderia comprar só quando fosse usar de verdade, ou se não poderia simplesmente viver sem.

O fato é que muitas coisas que funcionam para mim, não funcionam para outras pessoas, por isso acho muito complicado essas listas de enxoval de tem que ter. Claro que é bom para se ter uma base, mas é no dia a dia que a gente vai sabendo o que funciona e o que não funciona para você e sua família. Por isso se questione. Não acredite em tudo que você lê por aí.

Roupas neutras são um bom começo. Já sapatinhos para bebês que não caminham não fazem muito sentido. Até o berço que geralmente é o primeiro item que as mães de primeira viagem pensam em comprar não é usado por muita gente, ou então só é usado depois de um bom tempo. Mamadeiras, tenha uma, caso precise mais, compre depois. As lojas não vão fechar depois que a gente tem bebê. Aqui em casa usamos muito a banheira de banho com suporte, mas conheço outras mães que não se adaptaram, que usam ofurô ou dão banho no chuveiro. Estão entendendo onde quero chegar?

Não se afobem, um bebê não precisa de muita coisa não. A gente que complica as coisas.

E quando crescem e a casa começa a virar um playground? Nesse caso, gosto de usar a organização como minha aliada. Uma ideia é usar caixas de brinquedos e guardá-las longe deles, assim quando ofereço, parece que ganharam brinquedos novos. Separar um cantinho da leitura com prateleiras baixas onde eles podem pegar seus livrinhos sozinhos também é uma boa opção. Guardar os brinquedos por categorias também ajuda na hora de voltar tudo para o lugar: carrinhos, brinquedos com pecinhas mais miúdas, brinquedos de encaixar, bichinhos de pelúcia e por aí vai.

A ideia do minimalismo aqui é saber que tudo tem um propósito. Se o brinquedo não faz mais sentido pra eles, selecionem juntos aqueles que vão para doação. A mesma coisa vale para as roupinhas. Tem alguma amiga que vai ser mãe? Separe as peças que podem ser usadas pelo bebê que vai chegar. Tenho certeza que essa amiga ficará super feliz e você também, por ajudar.

E caso você perceba que exagerou em alguma coisa, não se culpe. Tudo é um processo, uma caminhada. A gente vai aprendendo, e o importante é a gente se acolher, sempre.

Dicas de Atividades para o Dia das Crianças (para toda a família curtir junto)

dicas de brincadeiras para o dia das crianças

O Dia das Crianças está chegando e você já programou o que vai fazer com as crianças neste dia?

Sabia que existem algumas atividades para o Dia das crianças que você pode fazer em parceria com o seu filho?

Tornando assim esse momento mais alegre para toda a família!

As crianças adoram brincar com os pais, e estar presente na vida dos pequenos é fundamental para o crescimento deles.

E não vai pensando que essas Atividades para o Dia das Crianças vão gastar muito dinheiro.

Pelo contrário: são brincadeiras divertidas e simples que vão fazer toda a diferença no feriado.

O mais importantes destas Atividades para o Dia das Crianças é dar atenção ao seu filho ao invés de pensar somente em presentes.

É lógico que crianças curtem ganhar novos brinquedos, mas nada substitui o tempo que você passa com elas.

Dicas de Atividades para o Dia das Crianças:

  • Corrida do saco 

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Brincadeira antiga mas muito divertida para o dia das crianças. Foto: Guia Infantil

É uma brincadeira antiga, mas nem por isso menos divertida.

Nela, os participantes em vez de correr do ponto de partida ao destino final, fazem este trajeto pulando dentro de um saco.

Para começar, basta que os pais providenciem alguns sacos feitos de feltro, tecido ou plástico.

Eles precisam ser grandes e resistentes.

Pais (o pai ou a mãe) e filho entram em um mesmo saco ou, se preferirem, cada um coloca apenas uma perna lá dentro.

Ambos precisam se abraçar e pular juntos para que consigam atravessar de um lado para o outro.

A brincadeira pode ser feita a dois, neste caso, cada um veste um saco diferente, como se ele fosse um casulo.

Não há nenhuma restrição de idade e a regra mais valiosa é ajudar e contar com o outro porque somente juntos conseguirão terminar a prova e, talvez, vencer.

  • Caça ao tesouro

Brincadeira infantil de caça ao tesouro. Foto: EHow

É uma grande gincana cheia de pistas e provas para que, aos poucos, os participantes possam descobrir onde foi escondido o tesouro.

Primeiro montam-se as equipes.

Uma primeira pista é dada e somente por meio dela a próxima pode ser desvendada.

Para deixar a brincadeira mais legal, elas são a resposta de alguma charada ou ‘o que é o que é’.

Esta pode ser uma ótima opção para quem tem mais de um filho ou para aqueles que recebem visitas de coleguinhas do filho ou primos com frequência.

A tarefa do pai pode ser pensar na prova e dos pequenos a de desvendar os mistérios.

Se mais adultos brincarem, cada grupo pode ter um guia, para cuidar e orientar os pequenos e dar uma mãozinha, se necessário.

Essa brincadeira também estimula a prática de atividades físicas, a interpretação de textos, percepção, criatividade e raciocínio lógico.

  • Contar histórias

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Contação de histórias! Foto: Etapa Infantil

Um bom ponto de partida é separar uma hora do dia para contar histórias, seja as histórias clássicas ou mesmo inventando as suas.

É uma ótima forma de incentivar o gosto pela leitura nos pequenos.

E também de terem um momento juntos (essa atividade não deve ser feita só no dias das crianças, se possível deve ser feita diariamente com seus filhos).

  • Jogos de tabuleiro

Jogos de tabuleiro para toda a família. Foto: Revista Crescer

Os jogos de tabuleiros são uma ótima Atividades para o Dia das Crianças.

Além dos jogos aproximarem a família em um momento de diversão, fazem a criança pensar e criar estratégias para ganhar o jogo.

Neste caso, escolha um jogo baseado na idade do seu filho e da qual ele possa interagir da melhor maneira possível.

Confira: Jogos para crianças a partir de 4 anos

  • Quebra-cabeça

Dicas de brinquedos infantis. Foto: Guia Infantil

O quebra-cabeça é outra dica boa, porque funciona com crianças muito pequenas e depois com os mais velhos.

Podem montar quebra-cabeças junto.

E que tal comprar aqueles quebra-cabeças com muitas peças, separar um local da casa para deixar ele montado e ir montando um pouquinho por dia?

  • Leve seu filho ao parquinho

Não precisa gastar dinheiro com presentes, vá com seu filho ao parque e divirtam-se. Foto: Blog Aquarela Parque

Se o tempo estiver agradável e propício para atividades ao ar livre, leve seu filho a algum parquinho da qual ele possa usar o balanço, subir no trepa trepa ou simplesmente observar a natureza em família.

Passar um tempo com as crianças ao ar livre faz com que elas possam gastar toda a energia acumulada de ficar dentro de casa.

Além de ser bom para seu desenvolvimento e ser uma ótima atividade para toda a família.

  • Faça um jogo de piadas e adivinhas

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Dicas de brincadeiras para fazer com as crianças no dia das crianças. Foto: Bebê Abril

Para o pai que nunca tem tempo, o recurso de contar piadas ou adivinhas é excelente porque é uma brincadeira rapidinha que pode ser feita em qualquer lugar, seja no engarrafamento, na hora da refeição, na sala de espera do médico, e por aí vai.

Ele pode contar o que lembra de cabeça, pesquisar na internet ou recorrer a algum livro que existem no mercado.

  • Que tal uma cabana?

Que tal acampar no meio da sala? Foto: Leroy Merlin

Toda criança gosta de brincar de cabana e criar histórias dentro dela.

Se o clima estiver mais frio ou chuvoso, essa é uma ótima atividade para fazer dentro de casa, e ficar bem próximo do seu filho.

Além de fazer com que a criatividade dele floresça, criando historias e situações dentro da cabana.

E para fazer uma cabana não precisa de muita coisa, apenas:

  • lençol, cadeiras e bastante disposição para a alegria que seu filho vai ter ao realizar essa atividade com você.

Então, o que achou dessas Atividades para o Dia das Crianças?

Viu que dicas legais para você curtir esse feriado com o seu filho?

Pode ter certeza que as crianças vão amar essas atividades e vão se sentir mais amadas e próximas de você.

Teste do coraçãozinho – O que é? Como é feito? Quanto custa?

teste do coraçãozinho

Está chegando o grande dia do nascimento do bebê e a ansiedade da mamãe está a flor da pele. E por isso, todos os detalhes precisam estar alinhados, como alguns exames que são realizados após o nascimento do bebê. Um deles é o teste do coraçãozinho.

Mas o que é o teste do coraçãozinho? Onde pode ser feito? Que tipo de doença esse exame pode identificar?

O que é o teste do coraçãozinho?

Teste do coraçãozinho. O que é? Para que serve? Foto: Logística Hospital e Saúde

O teste do coraçãozinho, também chamado de oximetria de pulso, é feito para medir a oxigenação e batimentos cardíacos logo nas primeiras 24 ou 48 horas após o nascimento do bebê.

O exame é rápido e sem sofrimento, e feito com uma pulseira colocada em um dos pés e em um dos pulsos do bebê.

Caso seja identificada alguma anomalia, o recém-nascido é submetido a um ecocardiograma para confirmação ou exclusão do primeiro diagnóstico sobre o sistema cardiovascular.

Embora não identifique 100% dos problemas cardíacos infantis, a importância do teste do coraçãozinho é devido à estatística da Sociedade Brasileira de Pediatria sobe cardiopatias congênitas.

O órgão afirma que 10 entre cada mil nascidos têm doenças cardíacas graves e desses dez, dois exigem tratamento imediato.

Confira também: A importância de fazer o teste do pezinho

Como é feito o teste do coraçãozinho?

como é o teste do coraçãozinho?
O teste do coraçãozinho não é doloroso e de fácil execução. Imagem: MA10

O oxímetro é um sensor colocado no pulso da mãozinha direita e no tornozelo direito. O aparelho mede o oxigênio no sangue e batimentos no período de 3 a 5 minutos.

Há inícios de malformação cardíaca quando o nível de oxigênio é abaixo de 95% ou quando a diferença do nível de oxigênio for superior a 2% entre braços e pernas.

Caso for esse o resultado, o exame deve ser repetido uma hora depois. Se persistir, o bebê deve ser submetido a um ecocardiograma em até 24 horas após a segunda verificação.

O teste do coraçãozinho é obrigatório na rede pública de saúde desde maio de 2014, estando agregado aos testes do pezinho, orelhinha e do olhinho.

Esse exame foi incluído devido a sua importância, visto que muitas crianças morriam logo nas primeiras horas de nascimento em virtude de exames que comprovasse o aparecimento de alguma doença após o parto.

Doenças que podem ser identificadas com o Teste do Coraçãozinho

No teste do coraçãozinho, é possível detectar algumas doenças cardiopatias congênitas críticas.

Dentre eles, destaque para a:

– Cardiopatias com fluxo pulmonar dependente do canal arterial: doença rara que ocorre quando os pulmões não recebem sangue da válvula pulmonar.

A válvula pulmonar é uma válvula responsável pela separação do ventrículo direito do tronco da artéria pulmonar. Isso acontece devido problemas na valva ou falta de comunicação da valva e entre a válvula que bombeia o sangue na circulação sanguínea pulmonar, o ventrículo direito. A solução é fechar a válvula pulmonar para o coração receber sangue. Esse fechamento é feito através de cirurgia.

– Cardiopatias com fluxo sistêmico dependente do canal arterial: conhecida como SHCE, é uma doença rara que atinge 1 entre cada 5 mil bebês nascidos vivos, e tem ligação ao não desenvolvimento do lado esquerdo do coração. As áreas atingidas são a aorta, o ventrículo esquerdo e a válvula mitral. O tratamento consiste em três cirurgias nos dois primeiros anos de vida, ou então, transplante.

Cardiopatias com circulação em paralelo: a aorta nasce do ventrículo direito e da artéria pulmonar do ventrículo direito. Essa má formação origina circulações sanguíneas paralelas e independentes. O principal sintoma é a irregularidade da oxigenação dos tecidos. Mas, também são observados taquicardia e incapacidade para ganhar peso.

Para esse caso, é necessária uma cirurgia para a solução do caso o mais rápido possível.

Antes da implementação do teste, muitos recém-nascidos recebiam alta hospitalar sem o diagnóstico, e podiam evoluir para choque, hipóxia ou óbito precoce, antes de receber tratamento adequado.

Por ser um teste não invasivo, não doloroso e de fácil execução, o teste do coraçãozinho  tem mostrado uma elevada sensibilidade e especificidade para detecção precoce destas cardiopatias, podendo assim salvar vidas.

Qual o valor do teste do coraçãozinho?

O teste do coraçãozinho é oferecido de graça pelo SUS, mas se for realizado em hospitais particulares, entra na grande dos exames que integram a triagem neonatal.

Neste caso, todo o junto tem uma média de custo de aproximadamente R$150,00.

Seja na rede particular ou na rede pública, os futuros papais precisam se informar sobre o teste logo que começar o pré-natal.

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