TDAH – um transtorno universal em crianças e adultos – saiba mais

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Temos visto cada dia mais casos de TDAH em crianças e adultos, mas você sabe o que é isso? Hoje temos a participação da Marcella Bianca Neves, graduada em psicologia, especialista em Neuropsicologia e Mestranda em Gerontologia, ela ira nos falar um pouquinho sobre o que é, quais os sintomas e tratamento do TDAH.

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Todas as pessoas, tanto crianças quanto adultos, podem apresentar os sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH, em algum momento da vida. Ele pode causar, dispersão e inquietação. Porém, quando as queixas e os problemas causados por elas são muito intensos, o problema precisa ser investigado. É importante saber que há diagnóstico e tratamento para TDAH, podendo amenizar esses sintomas.

O TDAH é definido pela combinação de falta de atenção, hiperatividade e impulsividade. As crianças podem apresentar perda no desempenho global, que se manifesta e evolui ao longo da vida, através de vários fatores relacionado ao cérebro. A condição hoje afeta de 5 a 8% da população infantil mundial, interferindo no ambiente escolar, familiar e social, além no desenvolvimento afetivo e emocional.

Em adultos, o TDAH causa impacto negativo especialmente na área profissional e nos relacionamentos. Prejudica a concentração e o foco nas atividades, levando aos erros desnecessários e incompatíveis com as capacidades da pessoa. Há também desorganização e a hiperatividade, que são comuns, vem junto à tendência a fazer tudo ao mesmo tempo, seguido pela frustração da não realização dos objetivos.

Os sintomas ocorrem com intensidade e combinações variadas, sendo a dificuldade de atenção o principal deles. Com isso, o paciente não consegue controlar suas aflições em qualquer lugar em que ele estiver. O diagnóstico é realizado, principalmente, através do exame clínico, feito por psiquiatras, exames neurológicos e avaliação neuropsicológica.

A avaliação neuropsicológica e o diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) têm como foco a relação cérebro-comportamento, onde é estabelecido o perfil do déficit (fraqueza) e sua extensão funcional, mas também as habilidades preservadas (forças). É de grande importância o diagnóstico diferencial do TDAH para o auxílio e planejamento na orientação do tratamento.

O tratamento, normalmente, é baseado com o uso de medicamentos que aumentam os níveis de neurotransmissores, frequência cardíaca e  pressão arterial, além de terapias cognitivas.

Gisele Cirolinihttps://www.soumae.org/
34 anos, gaúcha, esposa, mãe de duas meninas, neurótica da rotina (mais relaxada depois da chegada da segunda baby) e fundadora do sou mãe!

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